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Guerra do tráfico

Rivalidade entre facções motivou ataque em bairro de Cariacica, diz polícia

Dois jovens foram mortos e comércio fechou após ação criminosa; suspeito de ordenar ataque está foragido e é ligado ao tráfico em Rio Marinho

Publicado em 31 de Outubro de 2025 às 18:27

Nayra Loureiro

Publicado em 

31 out 2025 às 18:27
O ataque que deixou dois jovens mortos em Jardim Botânico, em Cariacica, na tarde de quinta-feira (30), foi motivado por uma disputa entre grupos rivais do tráfico de drogas. A informação foi confirmada pelo subcomandante do 7º Batalhão da Polícia Militar, major Prado.
Gerson Magaiver Silva Soares, de 33 anos, conhecido como Magaiver, está foragido
Gerson Magaiver Silva Soares, de 33 anos, conhecido como Magaiver, está foragido Crédito: Divulgação | Polícia Militar
Segundo o major, o principal suspeito de ordenar o ataque é Gerson Magaiver Silva Soares, de 33 anos, conhecido como Magaiver, morador do bairro e expulso da região após o assassinato de um comerciante. “Ele era morador de Jardim Botânico e teve um desentendimento lá, que culminou com o homicídio, há quase dois anos, de um dono de distribuidora. Depois disso, se aliou ao pessoal de Rio Marinho, bairro dominado pelo TCP, rival do grupo de Jardim Botânico, ligado ao PCV”, explicou o major.
A polícia acredita que o ataque foi uma retaliação. “As informações indicam que ele foi até o bairro com outro homem em uma motocicleta, mandou as pessoas saírem e atirou diretamente nos alvos”, completou Prado. As vítimas, Warley da Paz Ferreira, de 19 anos, e Ronald Kaua Pereira, de 20, foram baleadas e socorridas por moradores, mas não resistiram aos ferimentos. 
Após os assassinatos, na manhã desta sexta-feira (31), suspeitos ligados ao tráfico ordenaram o fechamento do comércio local, mas o policiamento foi reforçado. “A situação em Jardim Botânico está controlada. Saturamos o local e estamos revezando com doze viaturas para garantir tranquilidade aos moradores. É natural que haja medo, mas as escolas e os ônibus funcionaram normalmente”, afirmou o major. 
Prado destacou que o principal suspeito segue foragido e há indícios de que ele esteja escondido na Serra. “Esse é um processo que não é rápido, mas continuamos monitorando e contamos com denúncias da população pelo 181”, disse.

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