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Na Praia do Morro

Sangue e confusão em prédio mobilizam a polícia em Guarapari

Apesar de duas pessoas ligadas à ocorrência terem sido encontradas, ninguém soube explicar o que aconteceu no edifício na manhã desta segunda-feira (18); polícia investiga o caso

Publicado em 18 de Novembro de 2024 às 17:47

Mikaella Mozer

Publicado em 

18 nov 2024 às 17:47
Uma sequência de confusões mobilizou um prédio na Praia do Morro, em Guarapari, na manhã desta segunda-feira (18). Tudo começou quando um homem de 35 anos - ensanguentado e com um ferimento aberto na barriga - tentava abrir a porta de um apartamento no 9º andar, segundo relatos de moradores à Polícia Militar.
Praia do Morro em Guarapari
Caso ocorreu na Praia do Morro, em Guarapari Crédito: Vitor Jubini
Apesar do esforço para entrar no imóvel, moradores contaram à corporação que, na verdade, o ferido estava ficando em um apartamento no 1º andar. Mesmo com tantos fatos marcantes, a vítima afirmou à polícia que não se recorda de como a situação aconteceu. Só lembrava de momentos anteriores: ele no apartamento no 1º andar com uma mulher de 26 anos e com a ex-namorada, de 31 anos.
Quando os agentes se dirigiram onde seria o imóvel onde a vítima ficava, eles encontraram a porta aberta e mais manchas de sangue – no corredor em direção à entrada da casa e em vários cômodos do imóvel. A polícia informou que a residência também estava revirada e no local, a mulher de 26 anos, citada pelo ferido, foi encontrada desacordada.
Depois de diversas tentativas, ela despertou, mas negou ter chamado alguém para o local e disse não se recordar de nada relacionado ao alvoroço encontrado na casa dela.
O homem foi encaminhado para o Hospital Estadual de Urgência e Emergência (HEUE), em Vitória. Questionada se a mulher de 26 anos foi encaminhada a delegacia, a Polícia Civil respondeu que o caso segue sob investigação da Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Guarapari.
Sangue e confusão em prédio mobilizam a polícia em Guarapari
“Até o momento, nenhum suspeito foi detido. Informações podem ser compartilhadas de forma sigilosa por meio do Disque-denúncia (181). Essas informações podem ser cruciais para o avanço das investigações”, frisou a PC.

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