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Cargo em Brasília

Carlos Manato é exonerado da Casa Civil do governo Bolsonaro

Ao contrário do que havia informado na última semana, o ex-deputado não assumiu função no Ministério da Educação

Publicado em 10 de Junho de 2019 às 21:39

Natalia Devens

Publicado em 

10 jun 2019 às 21:39
Carlos Manato na época em que foi nomeado para trabalhar com o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni Crédito: Assessoria de Carlos Manato
O ex-deputado Carlos Manato (PSL) deixou oficialmente a Casa Civil do governo Bolsonaro. A exoneração dele do cargo de secretário especial para a Câmara dos Deputados, a pedido, foi publicada nesta segunda-feira (10), no Diário Oficial da União. O substituto dele será o ex-deputado federal Abelardo Lupion (DEM-PR), que era assessor especial da secretaria.
Manato ainda não foi nomeado para outra função no governo. Na última sexta-feira, ele chegou a dizer que gostaria de deixar o cargo em Brasília para poder se dedicar mais ao partido, no Espírito Santo. No entanto, após ser publicado pela revista Crusoé que o ministro Onyx Lorenzoni (DEM) iria exonerá-lo, o dirigente do PSL disse que iria para um cargo no Ministério da Educação, a convite do ministro Abraham Weintraub.
Manato afirma ter se reunido com Weintraub nesta segunda, em Brasília, e que o convite foi reforçado. "Ele disse que se eu quisesse ir, estaria à disposição. Seria para a assessoria parlamentar. Agradeci o carinho, a gentileza, e disse que preciso de uns dias para pensar a respeito", contou.
O ex-deputado disse ainda que comunicou a Onyx que deixaria a Casa Civil na última terça-feira (4), e que não houve mal-estar com sua saída. "Foi tranquilo. Essa parte de relação com os deputados, o tête-à-tête, é ele que faz. O que eu fazia era acompanhar, conversar com o partido, dar proteção. Ele também tinha outras pessoas de confiança. É uma baixa, mas não é um Sergio Moro, é um Manatinho."
POR TELEFONE
No último sábado, a Crusoé também registrou que no grupo de parlamentares do PSL do WhastApp a saída de Manato foi tratada como uma demissão por telefone, o que o ex-deputado contesta.
"Não teve nada disso, eu estava conversando com Francischini (Fernando), houve uma interpretação equivocada. Se eu tivesse sido demitido assim, com desrespeito, teria chutado o pau da barraca."
Quanto ao presidente Jair Bolsonaro, Manato também afirmou que não houve insatisfação. "Devo ir lá esta semana, dar um abraço nele. Vou agradecer a oportunidade e convidá-lo para voltar ao Espírito Santo. E eu devo ficar indo uma semana ou outra a Brasília", afirmou.
O Ministério da Educação (MEC) foi procurado para comentar sobre o convite a Manato, mas não deu retorno.

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