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Crime na Praia do Canto

Deputado nega pressão a assassino de Camata

Danilo Bahiense, segundo a defesa de Marcos Venicio, impediu que o acusado permanecesse em silêncio, como desejava

Publicado em 13 de Fevereiro de 2019 às 20:36

Vinícius Valfré

Publicado em 

13 fev 2019 às 20:36
Danilo Bahiense prendeu acusado de matar Gerson Camata Crédito: Marcelo Prest
O deputado estadual Danilo Bahiense nega que em algum momento Marcos Venicio Moreira Andrade, assassino confesso do ex-governador Gerson Camata, tenha dito que permaneceria calado, por orientação de advogados, como sustenta a defesa do acusado. Procurado pela reportagem, o parlamentar afirmou, na tarde desta quarta-feira (13), que conhecia o acusado há longa data, razão pela qual acredita que o preso sentiu-se a vontade para conversar com ele após ter recebido voz de prisão.
O diálogo, conta Danilo Bahiense, começou com a pergunta de Marcos Andrade sobre se Gerson Camata havia morrido com o tiro que recebeu. "Naquele dia, fui acionado e dei voz de prisão a ele. Ele me perguntou se a vítima tinha falecido. Como o conheço há bastante tempo, ele se sentiu à vontade para começar a conversar comigo. Contou com detalhes. Na delegacia, estavam presentes o então secretário, o chefe de polícia... e começou a narrar novamente", afirmou.
Quanto à gravação feita pelos policiais, Danilo Bahiense disse que essa é uma ferramenta usada largamente há muitos anos pela Polícia Civil, inclusive em outros casos de grande repercussão. Na avaliação do deputado, a gravação é lícita, pois "não precisa de autorização para filmar o interlocutor".
"Não precisa (avisar que vai gravar). Era um interlocutor. Agora, por exemplo, eu estou gravando (a ligação) e não preciso te avisar que estou. É normal, você conversa antes de colocar no papel. A prova é completamente lícita. Não preciso de autorização para o interlocutor. Milhares de casos nós gravamos. A polícia toma providências para evitar que pessoas se arrependam ou, orientadas por maus profissionais do Direito, tentem desqualificar testemunhas. Sou delegado desde antes da Constituição de 1988. De um tempo para cá, com os aparelhos celulares, isso ficou mais fácil", declarou.

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