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Cariacica

Filhas liberam corpo de mulher assassinada a machadadas em Cariacica

Noeme morreu depois de ficar quatro dias internada após ser agredida com golpes de machado na cabeça na madrugada do último sábado (29). O suspeito não foi encontrado.

Publicado em 03 de Julho de 2019 às 18:03

Publicado em 

03 jul 2019 às 18:03
Filhas liberam corpo de mãe assassinada em Cariacica, no ES Crédito: Luciney Araújo/ TV Gazeta
As filhas da auxiliar de serviços gerais de 38 anos, que morreu depois de ser agredida com golpes de machado dentro de casa, em Cariacica, no Espírito Santo, estiveram na manhã desta quarta-feira (3), no Departamento Médico Legal (DML) de Vitória. O suspeito do crime, marido dela, ainda não foi encontrado.
Diná, Rebeca e Emanuele, são as três filhas dos seis filhos que Noeme Maria de Souza deixa, com idades entre 22 e 10 anos, que estiveram no DML para liberar o corpo da mãe. Emanuele, de 14 anos, diz que não sabe como será a vida a partir de agora. A família está indignada com tanta maldade.
"A casa é muito grande e o vazio está imenso. Tomara que a justiça prenda ele. Porque ele é um covarde, um nada, um lixo. Uma pessoa desalmada", lamentou a filha.
Noeme morreu depois de ficar quatro dias internada. Ela foi agredida com golpes de machadinha na cabeça na madrugada do último sábado (29). O crime foi no bairro Nova Canaã, em Cariacica, dentro da casa onde ela morava com os dois filhos mais novos e o companheiro, Sebastião Nonato Pessoa, de 38 anos.
A Polícia Civil confirmou que o marido é o principal suspeito da morte de Noeme. O pedido de prisão dele foi feito à Justiça. O caso seguirá sob investigação da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Mulher (DHPM), e que até o momento o suspeito não foi detido.
Caso
A auxiliar de serviços gerais foi agredida com golpes de machado dentro de casa. O crime aconteceu na madrugada de sábado (29), no bairro Nova Canaã.
Segundo familiares, o marido da vítima, um pedreiro de 38 anos, golpeou a mulher, trancou o quarto em que ela estava e jogou fora a bateria do celular dela, para que não conseguisse pedir socorro.
A mulher passou a madrugada sozinha no cômodo, perdendo sangue, e só foi encontrada no outro dia pelo filho de 10 anos.
Ela foi encaminhada para o Hospital Estadual de Urgência e Emergência (Heue), em Vitória, e teve morte cerebral confirmada na segunda-feira (1º).
Segundo a família, o suspeito morava com com a mulher há seis anos e as brigas entre o casal eram constantes.
Mulher foi agredida e deixada sozinha em quarto Crédito: Reprodução/ TV Gazeta

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