Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

Rio de Janeiro

Flávio Bolsonaro mantém na Alerj quatro assessores citados pelo Coaf

Ao todo, nove funcionários e ex-funcionários do deputado foram listados por transações suspeitas com Fabrício Queiroz

Publicado em 23 de Janeiro de 2019 às 08:29

Publicado em 

23 jan 2019 às 08:29
O deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro, durante entrevista à 'Record' Crédito: Reprodução
O deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), senador eleito, mantém empregados na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) quatro servidores citados pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) por transações suspeitas com o ex-motorista Fabrício Queiroz. Três funcionários permanecem lotados no gabinete do parlamentar, enquanto um está nomeado na liderança do PSL — Flávio é o líder do partido. Ao todo, nove assessores e ex-assessores do deputado foram listados pelo Coaf.
Uma das funcionárias que permanece empregada é Evelyn Melo de Queiroz, filha do ex-motorista. Agostinho Moraes da Silva e Márcia Cristina Nascimento dos Santos também estão com cargos no gabinete, e Jorge Luís de Souza está alocado na estrutura da liderança do PSL. Os quatro funcionários ainda empregados recebem, juntos, R$ 24,9 mil de salário, em valores líquidos.
Entre depósitos recebidos e transferências feitas, as transações de Queiroz com o grupo de nove assessores e ex-assessores somaram R$ 190 mil entre janeiro de 2016 e março de 2017. Com relação aos quatro funcionários que permanecem na Alerj, o valor citado pelo Coaf é de R$ 17,8 mil no mesmo período.
O maior volume de dinheiro foi movimentado entre Queiroz e duas funcionárias que não estão mais vinculadas a Flávio: Nathália Melo de Queiroz e Márcia Oliveira de Aguiar, respectivamente, filha e mulher do ex-motorista. No total, R$ 136,6 mil entraram ou saíram da conta de Queiroz em transações com as duas familiares.
Depois de ser exonerada da Alerj, Nathália foi nomeada assessora do então deputado Jair Bolsonaro — deixou o cargo em 15 de outubro do ano passado. A personal trainer ainda conseguiu um cargo comissionado na prefeitura de Araruama, mas saiu do posto em dezembro, depois de o relatório do Coaf vir à tona. Já a mulher de Queiroz deixou a Alerj em setembro de 2017 e não ocupou funções comissionadas desde então.
INVESTIGAÇÃO SUSPENSA
O Ministério Público do Rio (MP-RJ) investigava Queiroz, que movimentou R$ 1,2 milhão em um ano, por suspeita de lavagem de dinheiro. A apuração foi suspensa pelo Supremo Tribunal Federal (STF), após pedido de Flávio, que solicitou ainda a anulação de provas, o que ainda não foi definido. O relator do caso, ministro Marco Aurélio Mello, deve decidir em fevereiro, quando o Supremo voltar do recesso, se a investigação seguirá para a Corte ou permanecerá no Rio.
De acordo com o procurador-geral de Justiça do Rio, Eduardo Gussem, há investigações em andamento, na área cível, sobre Flávio Bolsonaro e outros 26 deputados estaduais. Procurado via assessoria, Flávio Bolsonaro não quis comentar.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

A WN7 é o primeiro modelo elétrico de grande porte da Honda.
Moto elétrica da Honda é premiada como melhor design de produto
Imagem de destaque
Horóscopo semanal: previsões dos signos de 27 de abril a 03 de maio de 2026
Polícia divulga vídeo de racha que terminou em acidente na Leste-Oeste
Polícia divulga vídeo de racha e pede prisão de namorado de universitária morta no ES

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados