Dois candidatos à
Prefeitura da Serra estão tecnicamente empatados nos índices de rejeição registrados na segunda rodada da pesquisa Ipec, realizada no município a pedido da
Rede Gazeta e divulgada neste sábado (5), a um dia do primeiro turno das eleições. Professor Roberto Carlos (PT) é numericamente o mais rejeitado, com 31% dos eleitores serranos dizendo que não votariam nele de jeito nenhum. Mas, considerando a margem de erro da pesquisa, que é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos, ele empata tecnicamente com o vereador Igor Elson (PL), que tem 26% de rejeição.
No primeiro levantamento que analisou o cenário eleitoral no município, realizado no dia 2 de setembro, o petista foi citado por 20% dos entrevistados como o candidato em quem não votariam de jeito nenhum e subiu 11 pontos percentuais no quesito rejeição, na pesquisa atual.
Já o candidato do PL, que também era rejeitado por 20% dos eleitores entrevistados na pesquisa anterior, teve crescimento de 6 pontos percentuais em relação aos serranos que jamais votariam nele.
Ainda considerando a margem de erro da pesquisa, empatam com o vereador do PL o deputado Pablo Muribeca (Republicanos), cujo nome foi recusado por 22%; Antonio Bungenstab (PRTB) e Wylson Zon (Novo), ambos com 19%.
Na primeira rodada da pesquisa Ipec na Serra, Muribeca registrou 21% de rejeição, Bungenstab, 13% e Wylson Zon, 12%.
Os candidatos com menor rejeição entre os eleitores ouvidos na pesquisa são Audifax Barcelos (PP), com 16%, e Weverson Meireles (PDT), com 13%. No estudo realizado em setembro, o ex-prefeito registrou 23% de rejeição, enquanto o candidato do PDT teve 11%.
Os que responderam que votariam em qualquer um dos nomes totalizaram 6%. Na primeira pesquisa, o percentual foi de 4%. Outros 14% não souberam ou não quiseram opinar sobre a rejeição; no estudo anterior 27% tiveram esse mesmo posicionamento.