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Operação Circus Maximus

Justiça nega habeas corpus e ex-presidente do Banestes deve voltar à prisão

Decisão do TRF-1 ainda precisa ser publicada para que um juiz determine a prisão

Publicado em 28 de Fevereiro de 2019 às 00:10

Vinícius Valfré

Publicado em 

28 fev 2019 às 00:10
Vasco Cunha Gonçalves foi presidente do BRB do Banestes Crédito: Gabriel Jabur/Agência Brasília
A 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) negou, nesta terça-feira (26), habeas corpus a cinco investigados na Operação Circus Maximus, que apura um esquema de fraudes no Banco de Brasília (BRB). Entre eles, o ex-presidente da instituição, que também presidiu o Banestes, Vasco Cunha Gonçalves. As informações foram publicadas pelo site Metrópoles.
Com isso, Vasco poderá voltar à prisão, onde permaneceu por sete dias após ser preso em Vitória. Procurado por A GAZETA, o TRF-1 não disponibilizou informações a respeito da decisão do colegiado.
À reportagem, a defesa de Vasco Gonçalves informou que vai recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). "A decisão, por maioria, da Terceira Turma do TRF-1 foi totalmente teratológica e desarrazoada. Confiamos que os tribunais superiores reconheçam a inexistência de elementos concretos e atuais que justifiquem a prisão do senhor Vasco Cunha Gonçalves, assim como o próprio desembargador relator da Corte Regional já havia decidido ao revogar a sua prisão preventiva", declarou o advogado Iuri Cavalcante Reis.
LIBERDADE
Segundo Cavalcante Reis, enquanto o acórdão da decisão do colegiado do TRF-1 não for confeccionado e o juiz de primeira instância não for comunicado da decisão, Vasco Gonçalves permanece em liberdade.
Vasco Gonçalves deixou a prisão no último dia 5 de fevereiro, graças a uma liminar (decisão provisória). Na terça-feira, a Turma do TRF-1 voltou a analisar o caso dele e, por dois votos a um, decidiu levá-lo de volta à prisão. O ex-executivo havia tomado posse no comando do Banestes no dia 28 de janeiro. A operação do MPF foi deflagrada no dia seguinte.
De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), Vasco e outros integrantes do BRB formavam uma organização criminosa que, por meio de propinas, garantiam a liberação de recursos para investimentos privados que poderiam causar prejuízos à instituição. O Banestes não é investigado.

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