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Declaração polêmica

PM diz que fala de Assumção não representa pensamento da corporação

Ex-policial militar, o deputado Capitão Assumção disse, durante sessão da Assembleia, que pagaria R$ 10 mil para quem matasse o suspeito de assassinar jovem em Cariacica

Publicado em 12 de Setembro de 2019 às 18:30

Publicado em 

12 set 2019 às 18:30
Capitão Assumção é militar da reserva remunerada desde 2009 Crédito: Vitor Vogas
A Polícia Militar do Espírito Santo (PMES) disse que a declaração do deputado estadual Capitão Assumção (PSL), oferecendo R$ 10 mil para quem matasse o suspeito de assassinar uma jovem em Cariacica, não representa o pensamento da corporação. O parlamentar é militar da reserva remunerada desde 2009.
"O deputado estadual Capitão Assumpção, que integrou os quadros da corporação, ao manifestar-se na condição de deputado estadual, não representa o pensamento da corporação", disse por meio de nota.
Apesar de ocupar a função de deputado, Capitão Assumção continua usando a farda de militar, inclusive para se manifestar na tribuna da Assembleia Legislativa, como foi feito na última quarta-feira (11).
O regimento interno da PM diz que o uso de fardas precisa ser autorizado pelo comando-geral. 
Veja vídeo com a declaração do deputado:
Por meio de nota, a PM ressaltou que trabalha na preservação da ordem pública sem incentivar a vingança pública ou particular.
"A Polícia Militar informa que em sua missão legal se atesta na preservação da ordem pública e no policiamento ostensivo, prendendo quem quer que se encontre em flagrante delito, ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade judiciária competente, sem qualquer juízo de valor que fomente a vingança publica ou privada, ou o exercício arbitrário das próprias razões. A Polícia Militar é órgão de Estado, regida pelo império das leis e como tal exerce suas missões constitucionais dentro do que o regime de Estado Democrático de Direito assim o exige", completou.
Já a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) disse que defende o trabalho policial sob o ponto de vista técnico e embasado pela legislação. 
"O caso [da jovem assassinada] já está sob investigação da Delegacia de Homicídios e Proteção à Mulher (DHPM) da Polícia Civil. A Sesp defende o trabalho policial sob o ponto de vista técnico e embasado pela legislação. Os agentes policiais militares e civis do Espírito Santo são treinados para atingir os objetivos de redução de criminalidade e a Secretaria ressalta que espera apresentar, o quanto antes, a prisão dos autores desse crime bárbaro e covarde", disse a nota. 

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