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Atos antidemocráticos

Polícia vai continuar na Prainha e prender quem recomeçar acampamento

Comandante da Polícia Militar disse que quem voltar para a área para tentar recomeçar a montar barracas será preso

Publicado em 09 de Janeiro de 2023 às 19:30

Leticia Orlandi

Publicado em 

09 jan 2023 às 19:30
Bolsonaristas fora da Praianha
Bolsonaristas foram retirados de área do Exército na Prainha, em Vila Velha Crédito: Carlos Alberto Silva
Após a desmobilização do acampamento bolsonarista em frente ao 38° BI, na Prainha, em Vila Velha, a Polícia Militar vai continuar com efetivo no local para impedir o retorno de manifestantes. A Guarda Municipal de Vila Velha também permanecerá na região.
Caso alguém volte para a área para tentar recomeçar a montar barracas, será preso pelos militares, segundo informou o comandante da Polícia Militar, coronel Douglas Caus. 
"A decisão do ministro é muito clara: qualquer pessoa que retorne para esse tipo de movimento deverá ser presa em flagrante. A Polícia Militar e a Guarda Municipal vão fazer policiamento constante na região"
Coronel Douglas Caus - Comandante da Polícia Militar
Caus explicou que a previsão é que seja feito um revezamento entre as equipes da polícia e da guarda. Também pode haver agentes à paisana mantendo a vigilância no local para que ninguém volte a ocupar o ponto.  
O comandante da PM disse que, enquanto perdurar a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de liberação das áreas dos quartéis que estavam ocupadas por manifestantes bolsonaristas, o monitoramento será realizado. Caso alguém tente retomar o acampamento, a determinação é pela prisão em flagrante, como foi feito na tarde desta segunda-feira (9) durante ação de desocupação da Prainha.
Polícia vai continuar na Prainha e prender quem recomeçar acampamento
Dois homens que se identificaram como integrantes do movimento foram presos em flagrante pela Polícia Militar e autuados pela Polícia Federal pelos crimes de associação criminosa, incitar a prática de crimes e tentar, com violência ou grave ameaça, abolir o Estado Democrático de Direito, impedindo ou restringindo a atuação dos poderes constituições. O último prevê reclusão de até oito anos.
A saída dos grupos havia sido determinada em decisão na madrugada desta segunda-feira (9) do ministro Alexandre de Moraes, um dia depois dos atos terroristas provocados por bolsonaristas radicais nas sedes dos três Poderes em Brasília. Logo depois, a medida também foi requisitada pelo Ministério Público do Espírito Santo (MPES).
Diante das determinações, os grupos começaram a sair pacificamente do local, retirando barracas, mesas, caixas e freezers do local no final da manhã desta segunda (9). E o movimento de retirada continuou durante a tarde, quando as forças de segurança chegaram para desmobilizar por completo o ato e desmontar o acampamento.
Equipes da Prefeitura de Vila Velha também acompanharam a saída dos integrantes do acampamento. Caminhões foram usados para carregar paletes, tendas e madeiras retirados do local. O trabalho foi feito com proteção de policiais militares. As faixas que ficavam entre as árvores também foram retiradas pela equipe da prefeitura. A limpeza foi concluída por volta das 16h30.

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