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Vice-presidente estadual do PDT, Durão não vai sofrer sanções do partido

Presidente da comissão de ética estadual da legenda diz que é preciso aguardar uma decisão judicial. Parlamentar foi preso por estupro e denunciado pelo MPES

Publicado em 15 de Janeiro de 2019 às 21:17

Letícia Gonçalves

Publicado em 

15 jan 2019 às 21:17
Luiz Durão, deputado estadual não reeleito, foi preso em flagrante por estupro Crédito: Fernando Madeira
Preso por estupro desde o último dia 4 e denunciado pelo Ministério Público Estadual (MPES), o deputado estadual Luiz Durão, vice-presidente estadual do PDT, não vai sofrer sanções do próprio partido, ao menos por enquanto. Presidente da comissão de ética da legenda no Espírito Santo, Junior Fialho diz que a sigla não pode se manifestar enquanto não houver uma decisão judicial sobre o caso do parlamentar. Durão não foi condenado nem absolvido. A denúncia ainda deve ser analisada.
"A gente não tem como avaliar isso agora, tem que aguardar a Justiça, não podemos ultrapassar as decisões judiciais", afirmou Fialho. A comissão, se acionada por algum membro do partido, poderia definir, em caso de sanção, em advertência, afastamento, suspensão ou até expulsão. Isso após a realização de um procedimento com direito à ampla defesa do deputado.
"A gente expulsa ele e a Justiça o absolve. E aí?", questiona Fialho. Por isso, ele diz que caso a comissão seja acionada, o procedimento ficaria em suspenso aguardando o julgamento de Durão. 
O caso tramita, por enquanto, no Tribunal de Justiça do Estado (TJES), mas pode "descer" para o primeiro grau, como foi solicitado pelo MPES. De qualquer forma, é o que vai ocorrer a partir de fevereiro, quando Durão já não terá mandato na Assembleia Legislativa. O parlamentar segue preso no quartel do Corpo de Bombeiros, em Vitória.
SECRETARIA
Durão ficará na planície porque o correligionário Marcelo Santos decidiu não assumir a Secretaria de Estado de Esportes. Caso contrário, Durão, como suplente, herdaria a cadeira no Legislativo. O titular da pasta ainda deve ser do PDT. O presidente estadual do partido, Sérgio Vidigal, esteve com o governador Renato Casagrande (PSB) nesta terça.
De acordo com o Palácio Anchieta, o novo nome ainda não foi definido. Mas Vidigal já havia dito à reportagem que, caso o socialista não se opusesse, Alessandro Comper, que está à frente da pasta interinamente, poderia continuar e ser o titular. Comper é um dos integrantes da comissão de ética do PDT, ao lado de Paulo Sá. 

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