Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Capixaba
  • Sul
  • Pais presos no ES pela morte do filho de 5 anos vão a júri popular
Violência

Pais presos no ES pela morte do filho de 5 anos vão a júri popular

O Ministério Público do Espírito Santo (MPES) denunciou os pais por homicídio, omissão e tortura

Publicado em 04 de Julho de 2019 às 19:37

Publicado em 

04 jul 2019 às 19:37
Caso é investigado pela delegacia de Alegre. Artur (destaque) chegou a ser socorrido, mas não resistiu Crédito: Montagem | Gazeta Online
O casal Luane Monique de Moura Silva e Adeildo Souza da Silva, pais do menino Artur Moura Silva, de apenas cinco anos, vai a júri popular. O menino, de apenas 5 anos, morreu em Dores do Rio Preto, Caparaó capixaba, após ser levado a um hospital. 
O Ministério Público do Espírito Santo (MPES) denunciou os pais por homicídio, omissão e tortura. A criança morreu no dia 15 de agosto de 2018, após receber atendimento médico com sintomas de febre alta, dores no corpo, cefaleia, falta de apetite, vômito, diarreia, inconsciência e convulsões.
Apesar dos sintomas desde o dia 12, os pais, entretanto, só a levaram ao Pronto-Socorro de Guaçuí no dia 15 de agosto. Na ocasião, os sintomas se agravaram e o menino apresentava fraqueza, não falava nem se movia, apresentava crise convulsiva, febre alta, inconsciência e não respondia a estímulos, vindo a óbito horas depois. Também possuía hematomas pelo corpo.
As investigações apontaram ainda que o pai agrediu fisicamente a vítima com socos e chutes, por reiteradas vezes, durante quatro dias, mesmo diante do grave quadro de saúde que a criança apresentava.
A mãe, apesar de presenciar as agressões, nada fez para resguardar a integridade física do filho. A Justiça recebeu a denúncia do MPES e determinou que os réus, que estão presos, sejam julgados pelo Tribunal do Júri. A data ainda não foi marcada.
O CASO
O crime ganhou repercussão na Região do Caparaó. Inicialmente, os pais contaram à Polícia Militar que Artur estava se queixando de dores pelo corpo há dois dias e que não sabia explicar a origem das marcas. Depois, a mãe confessou que o companheiro dela, Adeildo Souza da Silva, agrediu o filho do casal pela primeira vez no domingo e depois nesta quarta-feira. Luane Monique de Moura Silva alegou para o delegado que não contou nada pois foi ameaçada.
Adeildo Souza da Silva, 26, pai de Artur Moura Silva Crédito: Reprodução/TV Gazeta Sul
À polícia, o pai disse que matou o filho após "ouvir vozes". Apesar da declaração, na época, os vizinhos afirmam que já presenciaram cenas de agressão entre a mãe e a criança. “Ela sempre bateu no menino e na menina. Onde ia, do nada, batia nos filhos. Uma vizinha pediu para meu marido levar a criança no médico, dois dias atrás, pois estava passando mal. Logo veio a mulher de moto, com a criança enrolada na coberta, todo mole. A mãe disse que não ia levar ele para hospital”, disse Branca Moura.
Uma menina de sete anos, enteada de Adeildo, também morava com o casal e o irmão. A garota foi entregue pelo Conselho Tutelar de Dores do Rio Preto aos cuidados do pai biológico.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Lula fala em 'reciprocidade' após EUA pedirem saída de delegado da PF envolvido em caso Ramagem
Alemão do Forró grava novo audiovisual em comemoração aos 15 anos de carreira.
Alemão do Forró grava novo projeto audiovisual em Goiânia: “Carrego o ES no DNA”
Ana Paula Renault na casa do BBB
BBB 26: Ana Paula relembra conversa com o pai antes de entrar no programa

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados