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Novos tempos

Espero que a era digital cumpra a missão de espalhar palavras e colheres

Em outubro, ganhei de presente de aniversário do meu filho mais velho uma conta do Instagram. Agora, no Natal, ele inventou de fazer a edição digital do livro “Crônica do meu primeiro infarto”

Publicado em 10 de Janeiro de 2020 às 04:00

Públicado em 

10 jan 2020 às 04:00
Alvaro Abreu

Colunista

Alvaro Abreu

alvaro@bambuzau.com.br

Conexão com a era digital Crédito: Divulgação
Demorei, mas o fato é que estou entrando, pouco a pouco, na era digital. Em outubro, ganhei de presente de aniversário do meu filho mais velho uma conta do Instagram, para que pudesse mostrar pro mundo inteiro as colheres que faço com bambu. Agora, no Natal, ele inventou de fazer a edição digital do livro “Crônica do meu primeiro infarto”, onde relato passagens e emoções do evento coronariano que tive há exatos 25 anos.
Dois de seus argumentos eram irrefutáveis: o livro trata de assunto que interessa a muita gente e era coisa muito fácil de fazer. Seria, por assim dizer, uma edição comemorativa e com lançamento mundial. Bastaria revisar o texto, fazer uma capa chamativa e preparar a divulgação em massa via internet, a começar pelo envio de mensagens aos conhecidos e postagens nas redes. Dito e feito: a versão beta já está nas nuvens, sem qualquer dependência de editores, livrarias e tudo o mais. Em breve sai a versão definitiva a custo zero.
Tudo isso me fez lembrar do lançamento da versão impressa, no Iate Clube. Festa animada e inesquecível para mais de 1.000 pessoas queridas, com direito a show da banda de rock dos meninos, apelidada de Artéria Entupida por meu irmão Afonso, vitrines com colheres bem na passagem da fila de autógrafos, muita conversa animada e beijos e abraços em profusão. Verdadeira comemoração por estarmos todos vivos e saudáveis.
De quebra, um recorde espetacular: mais de 400 exemplares vendidos. Em escala menor, porém com as mesmas emoções, a festa se repetiu em Cachoeiro, no Rio, em Brasília e em João Pessoa, por onde deixamos muitos amigos. Preparar as respectivas listas de convidados deu trabalho mas foi um belo exercício de recomposição de memórias. Tive enorme satisfação em ver que muito pouca gente faltou.
Espero que a edição digital cumpra o seu papel, ao permitir que a leitura do livro seja feita por um número bem maior de interessados, de qualquer lugar. Na falta dos abraços, seria ótimo se, ao menos, ela gerasse uma boa quantidades de likes, compartilhamentos e comentários, coisas que fazem bem pra qualquer coração.

Alvaro Abreu

É engenheiro de produção, cronista e colhereiro. Neste espaço, sempre às sextas-feiras, crônicas sobre a cidade e a vida em família têm destaque, assim como um olhar sobre os acontecimentos do país

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