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Na bronca

Bruno Silva critica arbitragem após eliminação do Rio Branco na Série D

Capa-Preta empata com a Inter de Limeira e se despede da competição

Publicado em 25 de Agosto de 2025 às 16:22

Sidney Magno Novo

Publicado em 

25 ago 2025 às 16:22
Bruno Silva, do Rio Branco
Bruno Silva, do Rio Branco Crédito: José Augusto/Rio Branco SAF
O empate em 0 a 0 com a Inter de Limeira, no sábado (23), em São Paulo, resultou na eliminação do Rio Branco, no Campeonato Brasileiro Série D. Capitão do Capa-Preta, o volante Bruno Silva lamentou o revés e criticou a arbitragem nos dois jogos das oitavas de final.
No jogo de ida, o técnico Rodrigo Fonseca protestou contra o árbitro Paulo Henrique Schleich Vollkopf, do Mato Grosso do Sul, que marcou um pênalti de Vitor Leque em Antônio Gabriel, após consultar o VAR. Segundo o treinador, o toque recebido pelo jogador da Inter “não derrubaria uma criança”. A penalidade foi decisiva para que o time paulista abrisse vantagem no confronto.
No sábado, aos 46 minutos do primeiro tempo, Diego Fernandes recebeu a bola na pequena área, foi abraçado e derrubado pelo zagueiro Frazan. Desta vez, o árbitro José Mendonça da Silva Júnior, do Paraná, não anotou a penalidade e mandou o jogo seguir.
"Foi uma injustiça o que fizeram com a gente. Arbitragem horrível, dois juízes ruins de verdade. Eu acho que não é desculpa, mas machuca. É um trabalho que a gente vem fazendo durante esse ano e que a gente não merecia ter saído desse jeito", disse em entrevista ao Arquibancada Digital.
O revés também marcou o fim da temporada 2025 para o Capa-Preta, que no ano tem novamente um calendário cheio. Bruno Silva pediu desculpa à torcida e afirmou que não faltou empenho do elenco para tentar buscar o acesso.
"O Rodrigo (Fonseca) conseguiu extrair o melhor de cada um. Infelizmente, por detalhes, não conseguimos avançar. Tenho orgulho de fazer parte desse grupo de homens trabalhadores, que se cobrava e ia até o limite. Então, peço desculpa ao torcedor que torceu. Infelizmente, a gente não conseguiu dar esse presente para eles e para os nossos familiares. Vamos assimilar! Sei que é dolorido, mas não tem o que fazer e vamos para frente", concluiu.

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