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Já liberado

Justiça manda libertar flamenguista que beijou repórter em jogo da Libertadores

Marcelo Benevides foi liberado da prisão na tarde de quinta-feira (8), após Justiça determinar que ele não apresenta risco à ordem pública

Publicado em 09 de Setembro de 2022 às 08:58

Agência Estado

Publicado em 

09 set 2022 às 08:58
Repórter Jéssica Dias, da ESPN, foi assediada durante a transmissão da partida entre Flamengo e Vélez
Repórter Jéssica Dias, da ESPN, foi assediada durante a transmissão da partida entre Flamengo e Vélez Crédito: Reprodução / Twitter
O oficial de Justiça Marcelo Benevides Silva obteve no fim da tarde de quinta-feira (8) autorização da Justiça para deixar a prisão. Ele foi preso no Rio de Janeiro na noite de quarta-feira (7) após assediar e importunar sexualmente a repórter Jessica Dias, da emissora de TV ESPN, nas imediações do estádio do Maracanã (zona norte), antes da partida entre Flamengo e Vélez Sarsfield, válida pela Taça Libertadores.
Detido, teve a prisão em flagrante convertida em preventiva e foi conduzido a um presídio em Benfica (zona norte). Até a publicação desta reportagem, não havia sido divulgado se a ordem de soltura havia sido cumprida ou não.
O juiz Marcello Rubioli, da 1ª Vara Criminal Especializada em Organização Criminosa, Juizado do Torcedor e Grandes Eventos do Rio de Janeiro, considerou que não há prova do risco que o agente representa à ordem pública, à ordem econômica, à instrução criminal ou à aplicação da lei penal.
O magistrado considerou também que, "à vista do que consta dos autos, é bem provável" que o torcedor, mesmo se for condenado, "não cumprirá pena preso".
Mas Rubioli estipulou medidas cautelares que Silva deverá cumprir, sob pena de ser novamente preso: não ir a jogos do Flamengo enquanto o processo perdurar, não viajar para fora do Estado do Rio de Janeiro sem autorização judicial e não ter contato com vítima e testemunhas, a não ser que sejam parentes dele próprio.
Segundo consta do depoimento da vítima e das testemunhas, "o increpado beijou seu rosto e ombro sem autorização, e teria passado a mão pelas costas da vítima até a região das nádegas", registrou o juiz na decisão, ao descrever a conduta de Silva.

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