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Terminou em morte

Polícia prende membros da Mancha Alviverde suspeitos de emboscada com cruzeirense

Operação cumpre mandados de prisão, busca e apreensão em 6 cidades; integrantes de torcida estavam foragidos havia um mês
Agência FolhaPress

Publicado em 

03 dez 2024 às 10:47

Publicado em 03 de Dezembro de 2024 às 10:47

 Agentes do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) fazem operação na manhã desta terça-feira (3) para prender membros da torcida organizada Mancha Alviverde do Palmeiras, suspeitos de participação na emboscada a um ônibus com a torcida Máfia Azul, do Cruzeiro, que culminou na morte de um cruzeirense, em outubro.
A imagem mostra um homem sendo detido por um policial em uma via pública.  Crédito: Reprodução/TV Globo
"Policiais do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) cumprem nesta terça-feira (3) mandados de prisão contra envolvidos em uma emboscada contra um ônibus que transportava torcedores cruzeirenses, na Rodovia Fernão Dias, no último dia 27 de outubro", afirmou a SSP (Secretaria da Segurança Pública).
São cumpridos mandados de prisão e outros de busca e apreensão em São Paulo, Bragança Paulista, Osasco, Carapicuíba, e Santana do Parnaíba. A reportagem apurou que ao menos cinco suspeitos foram presos nesta manhã.
Os presos e os materiais apreendidos estão sendo levados para a sede do DHPP na capital paulista.
O emboscada terminou com a morte do motoboy José Victor Miranda, 30.
Era manhã de domingo, 27 de outubro, quando dois ônibus com membros da Máfia Azul (organizada do clube mineiro) que seguiam de Curitiba (PR) para Belo Horizonte (MG) foram atacados por torcedores da Mancha na rodovia Fernão Dias.
A ação, na altura do pedágio de Mairiporã, na Grande São Paulo, foi um revide a uma briga ocorrida na mesma rodovia, mas em solo mineiro, dois anos antes.
Naquela ocasião os palmeirenses levaram a pior. Entre eles estava o presidente da Mancha, Jorge Luis Sampaio dos Santos, 44, que teve os documentos roubados e depois exibidos como um troféu em jogos do Cruzeiro. Ele é suspeito de ser um dos idealizadores do ataque do mês passado.
No dia 30 de outubro, a Justiça determinou a prisão de Santos e de seu vice, Felipe Mattos Santos, o Fezinho, 31. Eles e outros três integrantes da Mancha que também são procurados pela polícia seguem foragidos desde então.
O Ministério Público comparou a Mancha Alviverde ao crime organizado. "Há firmes evidências de que algumas torcidas organizadas atuam como verdadeiras facções criminosas, o que justifica a intervenção do Gaeco", disse nota publicada no site do órgão sob a assinatura do procurador-geral de Justiça Paulo Sérgio de Oliveira e Costa.

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