Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • HZ
  • Cultura
  • Artistas expõem diversidade cultural capixaba na Bienal de Arte de São Paulo
Cultura

Artistas expõem diversidade cultural capixaba na Bienal de Arte de São Paulo

Castiel Vitorino Brasileiro e Rubiane Maia participam do evento, que acontece até dezembro, no Parque do Ibirapuera. HZ conferiu a abertura e conversou com Castiel, que detalhou sua obra
Gustavo Cheluje

Publicado em 24 de Setembro de 2023 às 09:00

É como se fosse um passeio pela "Disneylândia" das Artes Visuais. São três andares recheados de sensibilidade, diversidade e criatividade, com composições que propõem um novo olhar para a Arte Contemporânea produzida no Brasil e no mundo.  
Entre vídeoinstalações, projetos interativos, túneis luminosos, portais modernos e obras que remetem a religiões de diferentes matrizes, a 35ª Bienal de Arte de São Paulo - aberta ao público até 10 de dezembro, com entrada franca, no Parque do Ibirapuera - faz jus a seu tema: Coreografias do Impossível. 
São 1,1 mil obras e 121 artistas de várias partes do mundo, com diferentes linguagens e temas que remetem à justiça e à liberdade, especialmente de expressão. 
Onde tem arte, tem capixaba. HZ participou da abertura da Bienal a convite do Instituto Cultural Vale, um dos apoiadores do evento, e pôde conferir o projeto de Castiel Vitorino Brasileiro, que apresentou a instalação Montando a História da Vida. 
Vista da instalação de Castiel Vitorino Brasileiro na 35ª Bienal de São Paulo
Vista da instalação de Castiel Vitorino Brasileiro na 35ª Bienal de São Paulo Crédito: – Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo
Com a composição, Castiel confirma seu talento ao usar elementos como terra, um barco pesqueiro, alguidares (recipientes redondos feitos para lavar ou amassar), eucalipto, tijolo, aço e pinturas para expressar um tratado contra o racismo e a escravidão, saindo em defesa das religiões de matrizes africanas. Uma obra impactante que chamou a atenção do público presente na abertura, proporcionando reflexão sobre algumas feridas de uma sociedade desigual, como a brasileira. 
"O trabalho foi concebido durante 10 meses. No início do ano, me mudei para Marrakech (Marrocos), onde desenvolvi uma pesquisa sobre medicina e espiritualidade, sendo que o estudo se conecta com minha história no Espírito Santo", adiantou Castiel. 
"Sou de religião de matriz africana e essa obra conta a história desses centros medicinais de cura, que possuem práticas de saúde importante para nós. Além disso, também faço (com a instalação) uma denúncia contra pessoas que entraram em terreiros e destruíram objetos. É uma obra que possui elementos que fazem parte da minha carreira, como a terra, que representa fertilidade". 
Mineira, mas residente no Espírito Santo, Rubiane Maia também está presente na 35ª Bienal de Arte de São Paulo. Ela apresenta a performance A Língua Sempre se Dobra Diante do Inquestionável ou Maldito - Livro-Performance Capítulo VI. Maia organiza uma série de ações pensadas em resposta a textos autobiográficos influenciados por memórias transgeracionais traumáticas ligadas a questões de gênero e raça. Uma das apresentações aconteceu no Pavilhão do Ibirapuera em 8 de setembro. 
* O repórter viajou a São Paulo a convite do Instituto Cultural Vale

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Liga Ouro de basquete 2026: Joaçaba elimina Cetaf
Cetaf perde Jogo 3 e é eliminado da Liga Ouro de basquete
Imagem de destaque
A revolta com soldado de Israel que vandalizou estátua de Jesus no Líbano
Imagem de destaque
Ataque a tiros em pirâmides do México deixa turista morta e várias pessoas feridas

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados