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Cultura em 2022

"Menina dos olhos" da Secult/ES, Midiateca Capixaba deve ser lançada no primeiro semestre

Em conversa com "HZ", secretário de cultura do ES, Fabricio Noronha, destacou projetos que a pasta está programando para o setor em 2022, como a reforma do Teatro Carlos Gomes e os editais da Funcultura. Obra do Cais das Artes, por conta de impedimento judicial, segue sem previsão
Guilherme Sillva

Publicado em 15 de Janeiro de 2022 às 08:00

A primeira versão da Midiateca Capixaba (plataforma on-line que pretende reunir um farto acervo de documentos, fotografias, vídeos, matérias de jornal, músicas, artes gráficas, livros, obras de arte e filmes produzidos no Estado) será lançada no primeiro semestre de 2022.
Esse é apenas um dos projetos da Secretaria Estadual de Cultura (Secult/ES) para o ano que está começando. Em conversa por vídeo com "HZ", Noronha destacou algumas iniciativas para o setor, cujo orçamento para 2022 está previsto em R$ 33 milhões.
Menina dos olhos da SecultES, Midiateca Capixaba deve ser lancada no primeiro semestre
Nos Editais da Cultura 2022, por exemplo, serão investidos R$ 14 milhões, provenientes do Fundo de Cultura do Estado do Espírito Santo (Funcultura). De acordo com Fabricio, a ampliação destes recursos impulsionou o maior investimento nos Editais em 12 anos, o que reforça a importância desta política pública que tem contribuído para a formação artístico-cultural capixaba. Também estão previstos no orçamento R$ 10 milhões da Lei de Incentivo à Cultura Capixaba e cerca de R$ 9 milhões do projeto Fundo a Fundo.
Fabrício Noronha, Secretário Estadual de Cultura
Fabrício Noronha, Secretário Estadual de Cultura Crédito: Hélio Filho/Secom
O secretário também destacou as obras no Teatro Carlos Gomes. Fechado desde dezembro de 2017, o aparelho cultural passará por uma ampla reforma, incluindo aspectos paisagísticos e arquitetônicos, como o restauro das pinturas de Homero Massena contidas no teto do teatro.
Um assunto polêmico foi abordado: a expectativa de retomar a obra do Cais das Artes. O complexo cultural, que começou a ser construído em 2010 e está com o projeto parado desde 2015, devido a impedimento judicial, já custou mais de R$ 129 milhões aos cofres do Estado.

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