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Cinema

'Minha Irmã e Eu' faz 2 milhões de espectadores após um mês em cartaz

O filme já havia quebrado um hiato em janeiro, quando chegou à faixa do 1 milhão, número que não era atingido por uma produção nacional desde 2019
Agência FolhaPress

Publicado em 06 de Fevereiro de 2024 às 12:07

Cena do filme 'Minha Irmã e Eu', de Susana Garcia
Cena do filme 'Minha Irmã e Eu', de Susana Garcia Crédito: Ellen Soares/Divulgação
A comédia "Minha Irmã e Eu", estrelada por Ingrid Guimarães e Tata Werneck, passou a marca de 2 milhões de espectadores em salas de cinema nesta terça-feira (6).
O filme já havia quebrado um hiato do cinema nacional no começo de janeiro, quando conseguiu chegar à faixa do 1 milhão, número que não era atingido por uma produção nacional desde 2019, quando "Minha Mãe é uma Peça 3" conseguiu mais de 11 milhões de espectadores nas salas - até hoje o título de maior bilheteria do cinema brasileiro.
O marco chega pouco mais de um mês após a estreia da comédia, em 28 de dezembro, em mais de mil salas pelo país. A cifra ainda é bem menor que outros recordes de bilheteria brasileiros.
Nesta semana, "Nosso Lar 2: Os Mensageiros" também chegou à marca de 1 milhão de espectadores, após o lançamento em 25 de janeiro. A produção é continuação da obra de 2010, que conseguiu 4 milhões de público na época.
Em 2023, o filme "Nosso Sonho", sobre a dupla de funkeiros Claudinho e Buchecha, foi a obra nacional mais vista, levando 521 mil pessoas às salas, mesmo com pouco tempo em cartaz. Outra estreia do final de ano, "Mamonas Assassinas - O Filme" também conquistou um público expressivo nesse começo de ano, passando da faixa dos 500 mil espectadores.
A cota de tela, já sancionada pelo presidente Lula, ainda não foi de fato implementada e ainda passa por avaliações de comissões da Agência Nacional do Cinema (Ancine). Ainda não há uma data definida para que entre em vigor. Com ela, empresas de cinema serão obrigadas a exibir longas nacionais em sua programação, observando o número mínimo de sessões e a diversidade dos títulos.
Como a Folha de S.Paulo já mostrou, sem a cota, praticamente todos os filmes nacionais - inclusive os mais comerciais - ficam relegados a sessões anteriores às quatro da tarde, horário em que os cinemas ficam mais vazios.

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