Era uma sexta-feira normal do ano de 1973. Mas a data, 18 de maio, nunca mais seria a mesma, se transformando, em 2000, por meio da Lei 9.970, em um símbolo no combate ao abuso sexual contra crianças e adolescentes. É que nesse fatídico dia, a menina Araceli Cabrera saiu do colégio onde estudava, em Vitória, capital do Espírito Santo, e nunca mais retornou para casa. Seu corpo foi encontrado seis dias depois, em um matagal, dando início a uma das investigações policiais de maior repercussão na história judicial brasileira. Agora, 50 anos depois, a trama é recontada com informações inéditas pelos jornalistas Felipe Quintino e Katilaine Chagas, ex-repórteres de A Gazeta, no livro “O caso Araceli: mistérios, abusos e impunidade”, que foi lançado nesta quarta-feira, pela editora Alameda, na Livraria Leitura, no Shopping Vitória. Veja quem prestigiou o evento.