Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

Famosos

Anitta revela ter endometriose e marca cirurgia

Cantora reclamou da falta de informações a respeito da doença
Agência FolhaPress

Publicado em 08 de Julho de 2022 às 13:38

Anitta no tapete vermelho do Billboard Music Awards 2022
Anitta no tapete vermelho do Billboard Music Awards 2022 Crédito: Maria Alejandra Cardona/AFP
A cantora Anitta, 29, revelou pelas rede sociais sofrer de endometriose, uma doença crônica que afeta algumas mulheres em idade reprodutiva. Fortes cólicas menstruais, dor pélvica, incômodo na relação sexual, alterações intestinais ou ao evacuar, dor na região lombar e coxas e dificuldade para engravidar são alguns dos principais sintomas.
"Da América à Europa sem dormir porque a dor fala mais alto que tudo. Você não consegue se concentrar num livro, num filme, nada. Só dar Google em como resolver e é inacreditável a falta de informação que a mulher tem", disse ela.
Após muito tempo com as dores, enfim uma médica deu o diagnóstico que alguns outros não conseguiram dar. "Nove anos dessa novela e eu já tentei de tudo que todos os tipos de médicos já falaram. Todas as dicas, conselhos, técnicas e nada. Nunca pediram uma ressonância", emendou.
Agora que descobriu o transtorno, ela conta que já marcou uma cirurgia. "E aqui fica meu apelo por mais informações para as mulheres. Mais acesso, mais interesse geral em cuidar do corpo feminino para que a gente possa ser livre e conseguir se cuidar", finalizou.
De acordo com a ginecologista Daniele Rosevics, do Plunes Centro Médico, trata-se de uma doença causada pela presença de tecido endometrial -aquele responsável pela menstruação- fora do útero. "Ele pode se implantar nos ligamentos uterinos, tubas uterinas, ovários, peritônio e até mesmo na pleura pulmonar ou cérebro", explica.
Dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária dão conta de que a endometriose atinge aproximadamente 10% da população feminina brasileira, sendo mais frequente entre mulheres de 25 a 35 anos. O tratamento vai desde medicação com bloqueio hormonal até procedimentos cirúrgicos. "Cada caso deve ser avaliado pelo médico responsável", destaca a médica.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Horóscopo do dia: previsão para os 12 signos em 22/04/2026
Editais e Avisos - 22/04/2026
Manoella Mello - 12.jan.26/Globo
Ana Paula vence o BBB 26 com 75,94% dos votos e consagra trajetória de veterana no reality

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados