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P. Diddy começa a ser julgado nesta segunda-feira (5) e pode ser condenado à prisão perpétua

Rapper é acusado de chefiar esquema de exploração sexual e, se condenado, pode ser sentenciado a prisão perpétua nos EUA
Agência FolhaPress

Publicado em 05 de Maio de 2025 às 13:42

Diddy usou 'Boa noite, Cinderela' com lubrificante para abusar de vítima, diz advogada
Diddy usou 'Boa noite, Cinderela' com lubrificante para abusar de vítima, diz advogada Crédito: Shutterstock
O julgamento de Sean Combs, o P. Diddy, 55, por tráfico sexual e extorsão, começa nesta segunda-feira (05).
Diddy é acusado de forçar pessoas a participarem das festas chamadas "freak-offs", além de usar sua empresa como organização criminosa. A primeira etapa do julgamento começa com a seleção do júri, que pode durar até uma semana.
Preso há 8 meses, ele pode ser condenado a prisão perpétua. A defesa do artista alega que todas as relações de Diddy foram consensuais.
Combs se declarou inocente das acusações e recusou um acordo judicial com os promotores há cerca de 10 dias. Os detalhes do possível acordo não foram divulgados.
AS FESTAS DE P. DIDDY
Entre as muitas acusações, chamaram a atenção do público as "festas" promovidas por Diddy. Ele já era conhecido pelas "festas do branco", grandes eventos que tinham entre seus convidados outros artistas e celebridades, mas as acusações revelaram que ele também promovia eventos mais discretos, os "freak-offs" e as "wild king nights".
As "festas do branco" eram eventos mais públicos, com cobertura da imprensa e grandes celebridades. "As 'festas do branco', onde todos estavam, tinham toda a pompa e circunstância, enquanto as outras eram eventos menores, mais intimistas, que ele orquestrava", explicou Yoruba Richen, diretora de "A Queda de P. Diddy", em entrevista a Splash.
"Os 'freak-offs' e 'wild king nights' eram pequenos. Tinha poucas pessoas ali. Aconteciam, geralmente, em hotéis e eram organizados. Segundo o [assistente] Phil Pines, não eram cheios de celebridades. Há uma dissonância entre o que o público entendeu e o que descobrimos falando com as pessoas mais próximas [de Diddy]", disse Yoruba Richen.
Cassie Ventura, ex-namorada de Diddy, afirmou que foi coagida pelo músico a participar dos "freak-offs". Ela afirmou que era obrigada por Diddy a se relacionar com garotos de programa nesses eventos e que usava drogas, porque assim "podia dissociar durante essas situações horríveis". Entre as substâncias oferecidas por Diddy estavam ecstasy, cocaína, cetamina, maconha, álcool e GHB, conhecida como a "droga do estupro". Ela também era agredida e filmada por Diddy nessas ocasiões.
Um assistente de Diddy afirma ter sido encarregado de organizar as "wild king nights" (ou "noites selvagens do rei"). Phil Pines conta que a lista de compras para essas festas, similares aos "freak-offs", era extensa: incluía ansiolíticos, cetamina, maconha, óleo para bebê, cogumelos, Viagra e lubrificantes.
Ele também precisava limpar os quartos de hotel após os eventos, para evitar cobranças a Diddy. "Chegando lá, você via o estrago. As manchas, as camisinhas usadas, o óleo para bebê, lubrificante escorrendo pela garrafa. Cacos de vidro, urina, sangue, manchas na mobília", diz Pines, no documentário.
"Sem brincadeira, dava para escorregar porque tinha óleo para bebê por todo o chão. [...] O cheiro desse óleo [é um gatilho] agora", disse Phil Pines.
Pines também diz que foi coagido a transar com uma mulher em uma dessas festas. Diddy disse que o assistente precisava "provar sua lealdade ao rei" e transar com outra convidada. Ele diz que aceitou para evitar represálias, mas interrompeu o ato com a jovem quando o rapper se afastou.

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