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Luciana Almeida

A Deselegância do Chiclete: Sim, Outra Vez e Sempre

De nada adianta estar impecável, roupa, cabelo, maquiagem… se a boca mastiga chiclete
Luciana Almeida

Publicado em 18 de Janeiro de 2026 às 13:00

A Deselegância do Chiclete
A Deselegância do Chiclete Crédito: Shutterstock
Chiclete sempre foi coisa de criança. Ou era. Em algum momento, essa mania grudou, literalmente, no cotidiano adulto. Já dissemos isso aqui antes, mas o óbvio também precisa ser dito. E, sobretudo, repetido.

Basta sair de casa para perceber: sempre há alguém mascando. A secretária, o advogado, a atendente da loja, o irmão, a amiga…

É um hábito por toda parte. Mastiga-se sem pausa, sem cerimônia, como se ninguém estivesse olhando.

Eu sei, eu sei. Tema polêmico. Já consigo ouvir o coro: “Ai, que frescura”, “Qual o problema?”, “É só um chiclete”. Pois é. Mas estilo, comportamento e elegância moram justamente nesses “detalhes sem importância”, aqueles que entregam tudo.

De nada adianta estar impecável, roupa, cabelo, maquiagem… se a boca mastiga chiclete. A elegância cai por terra.
É pouco estético e passa desatenção, em qualquer ambiente. O chiclete sempre denuncia deselegância.
Para quem gosta, masque em casa. Terminou? Lixo nele.
Simples assim.
Até a próxima!
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