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Laje Capixaba

Avalanche: pico de ondas grandes em Vila Velha é destaque no mundo do surfe

A cerca de 3 km da Praia da Costa, a Avalanche desafia limites e coloca o Espírito Santo no mapa do surfe de ondas grandes

Publicado em 08 de Junho de 2025 às 09:22

Caio Vasconcelos

Publicado em 

08 jun 2025 às 09:22
Um cenário digno dos melhores filmes de surfe de grandes ondas está no Espírito Santo. Um trecho específico do mar de Vila Velha, a aproximadamente três quilômetros da Praia da Costa, tem se tornado o centro das atenções para surfistas e bodyboarders que buscam adrenalina. O motivo? A formação da Avalanche — uma das maiores e mais potentes ondas do Brasil.
A equipe da A Gazeta Esportes foi até lá conferir de perto esse fenômeno natural. A missão começou na Praia do Ribeiro, de onde saímos de jetski em direção à laje, guiados por Luiz Hadad, surfista e um dos descobridores do pico.
A laje, conhecida pelos pescadores locais como Baixo dos Pacotes, faz parte de um arquipélago composto por três ilhas e uma quarta formação submersa. Segundo relatos dos próprios surfistas, como André Vello, essa bancada cria condições únicas. “Imagine que ao redor, a profundidade passa dos mil metros, e de repente salta para quatro metros. Essa mudança brusca é o que faz a onda quebrar com tanta força e perfeição", explica Vello.
A combinação entre a topografia submarina e as ondulações de sudeste/leste resulta na temida — e adorada — Avalanche. Uma onda violenta, que exige técnica, preparo e respeito.

Desbravadores 

A expedição contou com a presença da equipe NXF Bodyboarders, pioneira na exploração do pico e presença constante nas sessões mais críticas. Ao lado deles, os gráficos de previsão de ondas são analisados com precisão cirúrgica para planejar o momento certo de remar — ou rebocar — para o drop.
No bodyboard, encararam as bombas Breno Kuster, Bernardo Nassar, André Majevski, Carlos Bellumat, Abdo Almeida, Davi Duda e Thiago Abul. Já no tow-in (modalidade com prancha e auxílio de jetski), Felipe Lacerda, Fábio Sandes, Thiago Berger e André Vello caíram no mar com o suporte essencial das duplas de pilotagem.

Projeto por trás da missão

Mais do que adrenalina, há um objetivo claro por trás dessas expedições: consolidar o Espírito Santo como um dos polos nacionais do surfe de ondas grandes. Esse é o propósito do Diamantes Capixabas, projeto que fomenta o protagonismo capixaba com foco em formação técnica, segurança e registros audiovisuais em ondas como Avalanche e outras bancadas de Vila Velha, Vitória, Guarapari e Serra.
A meta é ousada: quebrar o recorde da maior onda já surfada no Brasil — e fazer isso em águas capixabas. Além disso, o grupo se prepara para competições como o Brasileiro de Ondas Grandes, reforçando a cultura oceânica e a força do esporte no estado.

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