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Nas alturas

Piloto capixaba representa o Brasil em Festival de Balonismo da Capadócia

Roberval Roza, da equipe Voe Pedra Azul, leva a bandeira brasileira ao céu da Turquia e troca experiências em um dos maiores festivais de balonismo do mundo

Publicado em 11 de Agosto de 2025 às 17:14

Caio Vasconcelos

Publicado em 

11 ago 2025 às 17:14
O céu da Capadócia, na Turquia, ganhou um toque brasileiro nesta semana. Crédito: Voe Pedra Azul
O céu da Capadócia, na Turquia, ganhou um toque capixaba nesta semana. O piloto Roberval Roza, integrante da equipe Voe Pedra Azul, representou o Brasil e o Espírito Santo na 6ª edição do Festival Internacional de Balonismo da Capadócia, um dos mais prestigiados do mundo.
O evento, realizado entre 7 e 10 de agosto, reuniu balões de 27 países sobre a cidade de Göreme e os vales de Nevşehir, cenário famoso por suas formações rochosas únicas e históricas. Ao lado de nomes de destaque no balonismo internacional, Val conduziu voos ao amanhecer que encantaram turistas e entusiastas, levando a bandeira brasileira a se destacar no espetáculo colorido que tomou conta do horizonte turco. 
“Essa foi minha terceira vez aqui, mas é como se fosse a primeira. A segurança é semelhante à do Brasil, mas é sempre bom conhecer lugares aonde se voa de balão todos os dias do ano. É uma porta aberta para empresas e pilotos, e cada vez que venho levo comigo experiências valiosas”, destacou.
Roberval Roza no festival de balonismo na Capadócia
Roberval Roza no festival de balonismo na Capadócia Crédito: Roberval Roza
A Capadócia, considerada a capital mundial do balonismo, registra números impressionantes. Em 2024, cerca de 770 mil passageiros voaram na região, e em 2025 a expectativa é superar esse recorde, até julho, já havia crescimento de 10% no movimento em relação ao mesmo período do ano anterior. 
O piloto também explicou que, durante o festival, teve a oportunidade de pilotar três tipos de balões: modelos para publicidade e competições, balões de passageiros, que no Brasil chegam a comportar até 43 pessoas — e os chamados special shapes, com formatos diferenciados que exigem técnicas específicas. “Para voar com segurança nesse nível, o piloto precisa ter muitas horas de voo e experiência com diferentes modelos”, disse.
Val aproveitou para exaltar o Espírito Santo como destino para o balonismo. “Posso dizer para o povo do Brasil e do meu Estado que Pedra Azul é o segundo lugar mais bonito do mundo para voar de balão, com estrutura excelente e segurança para os passageiros”.
Segundo ele, participar do festival é motivo de orgulho. “É uma honra levar o nome do Brasil para um evento dessa grandiosidade. A Capadócia é uma vitrine mundial do balonismo, e estar aqui é representar o profissionalismo e a paixão que temos pelo voo no Brasil.” 
Roberval na Capadócia durante o festival
Roberval na Capadócia durante o festival Crédito: Roberval Roza

Segurança

Além da participação no festival, a ida de integrantes da Voe Pedra Azul à Turquia também teve caráter técnico. Um dos proprietários da empresa aproveitou a imersão para conhecer novas práticas e tecnologias de segurança, com o objetivo de implementar melhorias e garantir experiências cada vez mais seguras e marcantes para os passageiros no Espírito Santo.

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