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Sustentabilidade

Samarco estuda usar resíduos do mármore na produção de pelotas no ES

Produção de rochas ornamentais gera grande quantidade de resíduos. Mineradora busca dar uso para esse material

Publicado em 08 de Junho de 2022 às 16:54

Natalia Bourguignon

Publicado em 

08 jun 2022 às 16:54
O resíduo da extração de mármore no Espírito Santo poderá ser usado na produção de pelotas de minério de ferro da Samarco, joint venture controlada pela Vale e BHP Billiton. O objetivo é usá-lo junto com o calcário em uma das usinas do Complexo de Ubu, em Anchieta, no Sul do Estado.
O Espírito Santo é o maior produtor de rochas ornamentais no país, responsável por cerca de 80% da produção, sendo que o Brasil é quarto maior produtor do mundo.
Porto de Ubu, da Samarco: área onde minério é escoado até navio para exportação
Porto de Ubu, da Samarco: área onde minério é escoado até navio para exportação Crédito: Jefferson Rocio
Com a ação, a empresa busca dar utilidade para o resíduo dessa atividade, que chega a 80% do que é extraído. Ou seja, apenas 20% da produção corresponde ao produto final.
“Estudamos alternativas para utilizar o resíduo desse setor, já que apenas 20%, em média, da produção é empregada como produto final. Esse coproduto gerado é química e fisicamente semelhante ao calcário consumido em uma de nossas usinas do Complexo de Ubu, atualmente em torno de 400 toneladas/dia”, pontuou o coordenador de engenharia de processo da Samarco, Felipe Morato.
A Samarco voltou a operar suas unidades em Anchieta, no Espírito Santo, e Germano (Mariana), em Minas Gerais, em dezembro de 2020, após cinco anos de paralisação.
Essa retomada, porém, ainda não é plena. Atualmente, a empresa opera com 26% da sua capacidade. No Estado, apenas uma de quatro usinas de pelotização está ativa. Já no complexo de Germano, em Minas, somente uma das três usinas de concentração está sendo utilizada.
A empresa prevê a ampliação gradual da produção, que deve atingir a capacidade plena por volta de 2029, conforme já havia adiantado A Gazeta.

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