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Conflito

Ataque israelense mata pelo menos 11 em prédio residencial em Beirute

Bombardeio destruiu um prédio de oito andares, de acordo com informações de agência nacional libanesa de notícias. Israel teria usado bombas perfuradoras de bunker, o que deixou uma cratera profunda

Publicado em 23 de Novembro de 2024 às 15:19

Agência FolhaPress

Publicado em 

23 nov 2024 às 15:19
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um ataque de Israel atingiu o bairro Basta, no centro de Beirute, e matou pelo menos 11 pessoas na madrugada deste sábado, segundo a Defesa Civil libanesa. Outras 63 ficaram feridas.
O bombardeio destruiu um prédio de oito andares, de acordo com informações da agência nacional libanesa de notícias (NNA). Israel teria usado bombas perfuradoras de bunker, o que deixou uma cratera profunda.
Um funcionário das forças de segurança do Líbano disse à AFP que o bombardeio tinha como alvo um "alto membro" do Hezbollah. O líder atacado seria Muhammad Haydar, chefe de operação da milícia libanesa, segundo o site de notícias al-Arabiya. O relato foi posteriormente confirmado por um funcionário da Defesa israelense à emissora pública Kan.
No local do ataque, Amin Chirri, um membro do parlamento representando o Hezbollah, afirmou que não havia nenhum líder do Hezbollah no edifício atingido.
Em setembro, um ataque similar matou o líder da organização, o sacerdote xiita Hassan Nasrallah. Ele estava em um prédio residencial nos arredores de Beirute quando mísseis atingiram um bunker subterrâneo que abrigava o quartel-general do Hezbollah.
Na investida deste sábado, pelo menos quatro mísseis foram lançadas às 4h da manhã do horário local, segundo membros das forças de segurança do Líbano. É o quarto ataque aéreo israelense no centro de Beirute só nesta semana.
As Forças Armadas israelenses não se pronunciaram sobre o bombardeio na região central. Em comunicado, só confirmaram que fizeram ataques em Dahieh, no sul de Beirute, em pontos de infraestrutura do Hezbollah.
Tel Aviv lançou uma ofensiva contra o grupo extremista apoiado pelo Irã no Líbano em setembro, após quase um ano de hostilidades desencadeadas pela guerra de Gaza, com envio de soldados para o país vizinho.
Na última quinta-feira, um bombardeio de Israel matou pelo menos 62 pessoas e feriu 111. Segundo o Ministério de Saúde libanês, o número de mortos desde outubro de 2023 subiu para 3.645 e o de feridos, para 15.355.
Em comunicados, o Exército israelense tem afirmado que seus alvos são "centros de comando terroristas do Hezbollah", "depósitos de armas" ou locais onde se encontram pessoas vinculadas ao movimento.
Tel Aviv diz que o objetivo é afastar o Hezbollah da fronteira do país para permitir o retorno dos 60 mil deslocados do norte após o aumento das hostilidades com o grupo extremista, que atacou o país em retaliação aos ataques em Gaza. O conflito também causou a fuga de dezenas de milhares de habitantes do sul do Líbano.

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