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Variante ômicron

Cidades de Portugal cancelam festas de Réveillon

O aumento nos casos de Covid-19 nas últimas semanas e a preocupação com a variante ômicron do coronavírus fizeram com que várias cidades decidissem não realizar eventos que favoreçam aglomerações

Publicado em 08 de Dezembro de 2021 às 14:39

Agência FolhaPress

Publicado em 

08 dez 2021 às 14:39
Vista área de Lisboa, capital de Portugal
Vista área de Lisboa, capital de Portugal Crédito: Luiz Barucke/ Flickr
Lisboa, Porto, Coimbra e outros municípios de Norte a Sul de Portugal decidiram cancelar as comemorações de Réveillon.
O aumento nos casos de Covid-19 nas últimas semanas e a preocupação com a variante ômicron do coronavírus fizeram com que várias cidades decidissem não realizar eventos que favoreçam aglomerações, como shows e outros espetáculos culturais, na noite da virada.
A decisão quanto aos tradicionais de fogos de artifício, porém, não foi unanimidade. Enquanto o Porto decidiu cancelar a queima, algumas cidades da região do Algarve, por exemplo, têm planos de manter o espetáculo pirotécnico.
Na capital portuguesa, a Câmara Municipal (equivalente à Prefeitura) aguarda um parecer da DGS (Direção-Geral da Saúde) antes de bater o martelo.
"Estamos à espera das autoridades [de saúde]. Eu gostaria muito de ter a capacidade de fazer os fogos de artifício, mas estamos, neste momento, a analisar a situação. Concertos e tudo o que era típico numa noite de 31 [de dezembro], isso não vai ter lugar, infelizmente", disse o prefeito de Lisboa, Carlos Moedas.
Nas últimas semanas, Portugal tem assistido a um aumento dos novos casos de Covid-19. A alta cobertura vacinal, com mais de 87% da população completamente vacinada, tem mantido as hospitalizações e mortes em patamares que ainda não são considerados críticos por especialistas.
O país, no entanto, já confirmou mais 30 casos da variante ômicron do SARS-CoV-2. Por enquanto, todos associados a um surto em um time de futebol da primeira divisão, o Belenenses SAD.
Desde o dia 1º de dezembro, Portugal voltou ao estado de calamidade e reimplantou algumas medidas de combate ao vírus.
A principal mudança é a obrigatoriedade de apresentação de certificado de vacinação completa -ou teste negativo para a Covid-19- para frequentar espaços internos de restaurantes, cinemas, teatros e academias de ginástica.
Para a entrada em bares, discotecas e grandes eventos (como jogos de futebol), Portugal agora exige, mesmo para as pessoas vacinadas, a apresentação de um teste negativo para o coronavírus.

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