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92 casos

OMS espera que mais casos de varíola dos macacos surjam globalmente

Varíola dos macacos é uma doença infecciosa que geralmente é leve e é endêmica em partes da África ocidental e central

Publicado em 23 de Maio de 2022 às 07:21

Agência Brasil

Publicado em 

23 mai 2022 às 07:21
Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que espera identificar mais casos de varíola dos macacos na medida em que expande a vigilância em países onde a doença normalmente não é encontrada. Até sábado (21), 92 casos haviam sido confirmados e 28 casos suspeitos de varíola foram relatados em 12 estados-membros que não são endêmicos para o vírus, disse a agência da Organização das Nações Unidas (ONU), acrescentando que fornecerá mais orientações e recomendações nos próximos dias para os países, sobre como mitigar a propagação da doença.
O líder da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, também revelou que a iniciativa Covax visa acelerar a imunização global
O líder da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus. Crédito: Reuters/Folhapress
"As informações disponíveis sugerem que a transmissão de humano para humano está ocorrendo entre pessoas em contato físico próximo com casos sintomáticos", acrescentou a agência.
A varíola dos macacos é uma doença infecciosa que geralmente é leve e é endêmica em partes da África ocidental e central. É espalhada por contato próximo, e pode ser contida com relativa facilidade por meio de medidas como isolamento e higiene. "O que parece estar acontecendo agora é que ela entrou na população como uma forma sexual, como uma forma genital, e está se espalhando assim como as infecções sexualmente transmissíveis, o que amplificou sua transmissão em todo o mundo", disse David Heymann, funcionário da OMS e um especialista em doenças infecciosas, à Reuters.
Heymann disse que um comitê internacional de especialistas se reuniu por videoconferência para analisar o que precisava ser estudado sobre o surto e comunicado ao público, incluindo se há disseminação assintomática, quem está em maior risco e as várias vias de transmissão.
O comitê, no entanto, não é o grupo que sugeriria declarar uma emergência de saúde pública de interesse internacional, a maior forma de alerta da OMS, que se aplicou à pandemia de covid-19.

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