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Guerra no Líbano

ONU alerta para crise no Líbano e Papa Francisco pede cessar-fogo imediato

O pontífice convocou um dia de oração e jejum nesta segunda-feira, que marca o primeiro aniversário do ataque
Agência Estado

Publicado em 

06 out 2024 às 13:13

Publicado em 06 de Outubro de 2024 às 13:13

Papa Francisco celebra missa no Vaticano
Papa Francisco reafirmou sua solidariedade às vítimas do ataque do Hamas a Israel, ocorrido em 7 de outubro, e pediu a "libertação imediata" dos reféns mantidos em Gaza Crédito: Vatican News
O chefe do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), Filippo Grandi, alertou neste domingo para uma "grave crise de deslocamento" no Líbano devido à intensificação da campanha aérea israelense. Durante sua visita a Beirute, Grandi informou que cerca de 1,2 milhão de pessoas foram deslocadas no Líbano. A ONU solicitou mais recursos para responder à crise humanitária, com 40% do valor necessário arrecadado até o momento.
O chefe do ACNUR destacou que "muitas violações do direito humanitário internacional" ocorreram com os ataques aéreos, que destruíram ou danificaram infraestrutura civil. Ele também lamentou a morte de dois funcionários da ONU durante os bombardeios. Ainda neste domingo, no Vaticano, o Papa Francisco reafirmou sua solidariedade às vítimas do ataque do Hamas a Israel, ocorrido em 7 de outubro, e pediu a "libertação imediata" dos reféns mantidos em Gaza.
O pontífice convocou um dia de oração e jejum nesta segunda-feira, que marca o primeiro aniversário do ataque. "Desde aquele dia, o Oriente Médio afundou em um sofrimento ainda maior devido às ações militares que continuam atingindo o povo palestino", afirmou o Papa, pedindo um "cessar-fogo imediato em todas as frentes", incluindo o Líbano. O papa Francisco também pediu orações pelo povo libanês, especialmente os que foram obrigados a deixar suas vilas no sul do país. Israel afirma que seus alvos no Líbano são membros e armamentos do Hezbollah, enquanto a escalada da violência tem levado ao deslocamento de libaneses e refugiados para a fronteira com a Síria.

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