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Secretário-geral da ONU condena 'sistemática destruição' em Gaza e cobra cessar-fogo

Na abertura da Assembleia-Geral da Onu 2025, António Guterres pediu mais investimentos pela paz e alerta para divisões geopolíticas globais
Estadão Conteúdo

Publicado em 

23 set 2025 às 11:00

Publicado em 23 de Setembro de 2025 às 11:00

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, afirmou nesta terça-feira (23), que a solução de dois Estados precisa ser debatida para o conflito em Gaza, destacando a urgência de medidas políticas para evitar o colapso humanitário na região, condenando a "sistemática destruição de Gaza".
Segundo ele, "em Gaza, os horrores já se aproximam de um terceiro ano monstruoso", afirmou. "São o resultado de decisões que desafiam a humanidade mais básica. A escala de morte e destruição está além de qualquer outro conflito em meus anos como secretário-geral." A situação, segundo ele, exige um cessar-fogo permanente, a libertação dos reféns mantidos pelo grupo terrorista e um compromisso internacional renovado com a paz.
A declaração foi feita durante a abertura da Assembleia Geral da ONU de 2025. Guterres ressaltou que a instituição "é mais do que um lugar de encontro, é uma bússola moral, um catalisador para o desenvolvimento sustentável". Ele advertiu que a fome está sendo "feita de arma" e que a verdade está sendo silenciada, sem citar um local específico, questionando: "Queremos viver em um mundo de poder? Ou em um mundo em que todas as nações querem viver em conjunto?"
O Secretário-geral da ONU Antonio Guterres
O Secretário-geral da ONU, Antonio Guterres Crédito: Wilson Dias/Agência Brasil
O secretário-geral defendeu algumas escolhas "críticas", começando pelo princípio de que "a paz deve ser lei internacional, mas hoje a guerra domina com barbaridade". Ele afirmou ainda que a impunidade é a "mãe do caos, e causou inúmeros conflitos ao longo do tempo".
Ao tratar de outros focos de tensão, Guterres alertou que na Ucrânia, a violência segue ameaçando a paz global e a segurança e defendeu que "devemos trabalhar por um cessar-fogo completo e por uma paz duradoura".

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