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Trump à BBC: Irã 'está louco para fazer um acordo'

Presidente dos EUA volta a criticar outros países da Otan por não terem se envolvido diretamente no conflito contra os iranianos

Publicado em 23 de Abril de 2026 às 13:34

BBC News Brasil

Publicado em 

23 abr 2026 às 13:34
Imagem BBC Brasil
Crédito: Getty Images
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse à BBC que o governo do Irã está "louco para fazer um acordo" para encerrar definitivamente o conflito entre os dois países - atualmente em cessar-fogo. "Seja lá o que eu estiver fazendo, parece estar funcionando muito bem" ao ser questionado sobre suas ameaças ao Irã.
A editora de América do Norte da BBC, Sarah Smith, falou com o presidente em uma breve ligação telefônica, na qual perguntou se sua declaração feita no início deste mês — de que "uma civilização inteira morrerá esta noite" — era uma ameaça de uso de armas nucleares contra o Irã.
"O outro lado está louco para fazer um acordo", respondeu Trump. "Então, seja lá o que eu esteja dizendo ou fazendo, parece estar funcionando muito bem. Muito obrigado."
Sobre a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), Trump afirmou que os EUA "não precisavam deles de forma alguma" na guerra com o Irã, mas que eles "deveriam estar lá".
Quando Smith perguntou por que, então, ele queria que a aliança se juntasse à guerra, Trump respondeu: "Porque eu queria ver se eles iriam ou não se envolver."
Ele disse que os Estados Unidos "sempre deram apoio" ao Reino Unido e à Otan, e criticou o Reino Unido por não fazer "ao menos um esforço mínimo e ao menos usar palavras mais gentis".
Trump acrescentou que "muitas pessoas do Reino Unido" informaram seu governo sobre como foi "incrivelmente ruim" a decisão de o país não se envolver na guerra (o Reino Unido permitiu apenas que os EUA usassem suas bases para ataques aéreos de caráter "defensivo").
Mais cedo, Trump dissera acreditar que sua relação com o primeiro-ministro britânico Keir Starmer poderia "se recuperar" se ele "abrisse o Mar do Norte" e se suas "políticas de [controle de] imigração se tornassem firmes" — mas acrescentou que "se ele não fizer isso, não acho que tenha qualquer chance".

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