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Profissão

O futuro do mercado de trabalho já está no meio de nós

Seis das profissões em alta são fortemente procuradas por empresas do ramo financeiro. Cientistas e engenheiros de dados também têm grande procura

Publicado em 08 de Fevereiro de 2020 às 04:00

Públicado em 

08 fev 2020 às 04:00
Evandro Milet

Colunista

Evandro Milet

evandro.milet@gmail.com

Mercado de trabalho e a transformação tecnológica Crédito: Freepik
A rede social Linkedin é hoje o ambiente básico para procura e oferta de empregos. Recentemente, a rede divulgou pesquisa apontando as 15 profissões mais procuradas no mercado brasileiro. O destaque são as profissões relacionadas com TI, com nove das 15.
Gestor de mídias sociais tem a demanda mais alta. A procura cresceu anualmente no Brasil em média 122% entre 2015 e 2019, com o crescimento vertiginoso do marketing digital. No segundo lugar fica o engenheiro de cibersegurança. Qualquer dispositivo conectado à internet é vulnerável a ataques cibernéticos e a segurança de dados na rede se tornou central.
Há também um crescente número de funções que requerem a habilidade de interagir com pessoas. Na lista, destacam-se os representantes de vendas e especialistas em sucesso do cliente (CS - Customer Success), na terceira e na quarta posições, respectivamente.
Seis das profissões em alta são fortemente procuradas por empresas do ramo financeiro. Cientistas e engenheiros de dados também têm grande procura. Especialistas em Inteligência Artificial (IA) e machine learning estão na sétima posição do ranking e cresceram uma média anual de 73% no período avaliado no levantamento. Especialistas em CRM - Customer Relationship Management também estão na lista, principalmente em Salesforce.
Estudo recente mostra que, até 2024 , a demanda por profissionais de TI será de 70 mil por ano no Brasil, enquanto o número de formados nessa área chegará a 46 mil.
Com a transformação digital, todas as empresas precisam de profissionais dessa área, o que passou a ser estratégico para a definição de localização de novos projetos, indústrias e empresas em geral.
O Espírito Santo criou o Fundo Soberano para preparar o futuro do Estado. Nada mais estratégico para o futuro que utilizar parte desses recursos na formação de pessoal na área de TI.
Se o estado dispuser de pessoal qualificado poderá atrair novos empreendimentos de todos os setores, porque todos os setores demandam profissionais dessa área. Organizar esse apoio será diferente de apoiar projetos greenfield industriais. Mas valerá a pena.

Evandro Milet

É consultor e palestrante em Inovação e Estratégia. Neste espaço, novidades e reflexões sobre mercado de trabalho e tecnologia têm sempre destaque.

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