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Meio ambiente

Praia da Sereia pode entrar em circuito internacional de turismo

Praia de Vila Velha foi escolhida para concorrer ao selo Bandeira Azul em abril de 2019, e, desde então, iniciou-se a gestão para o cumprimento de todos os 34 critérios

Publicado em 02 de Março de 2020 às 18:06

Públicado em 

02 mar 2020 às 18:06

Colunista

Praia da Sereia, em Vila Velha Crédito: Fernando Madeira
O ano era 2007 e havia sido editada recentemente a Lei Nacional de Saneamento Básico. Iniciamos, eu e o também advogado Luiz Otávio Coelho, uma aventura: organizar um seminário sobre temas jurídicos relacionados a saneamento. Nasceu, então, o “Seminário de Saneamento”, no qual discutimos, em quase uma dezena de edições, o saneamento no Brasil e uma série de temas conexos.
Um desses temas foi apresentado em 2013, no IV Seminário de Saneamento, quando já contávamos com um terceiro parceiro, o advogado Ricardo Pessanha. Falo do Programa Bandeira Azul, que está sendo implantado em Vila Velha. Ele atesta boas práticas ambientais, como acessibilidade, qualidade da água e limpeza da areia, requisitos atendidos atualmente pela Praia da Sereia, na Praia da Costa, que pode ser a primeira praia capixaba a receber o selo.
Naquela ocasião, a professora Leana Bernardi, diretora do Instituto Ambiente em Rede (IAR), certificador do Bandeira Azul no Brasil, apresentou o programa. Estava presente a economista Sandra Frasson. O tempo passa, e as boas práticas frutificam. Hoje, Sandra é a gestora do Programa Bandeira Azul na Prefeitura de Vila Velha.
Foram visitadas 14 praias para identificar quais seriam aptas a concorrer ao título. As visitas do certificador são criteriosas. Nesse contexto, a Praia da Sereia foi escolhida, em abril de 2019, e, desde então, iniciou-se a gestão para o cumprimento de todos os 34 critérios. Não é um processo mecânico. Envolve integração de diversos atores e ações ambientais, de segurança, de infraestrutura e, principalmente, de educação, afinal, é preciso manter o que está sendo implementado.
Trata-se de um programa contínuo, com avaliação anual dos critérios, para manutenção da certificação, que tornou-se um “rótulo” ecológico reconhecido no mundo. Uma área Bandeira Azul se converte em roteiro permanente no circuito internacional de turismo, tendo a capacidade de aquecer a economia com ações ambientais, incrementando, assim, a geração de emprego, renda e crescimento econômico.
Que o Projeto Bandeira Azul em Vila Velha seja visto como um programa de longo prazo, com perenidade e com a responsabilidade que isso atrai. Que não seja um programa de gestão temporária. Assim, trará frutos.
O autor é doutor em Direito e autor do livro Direito do Saneamento

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