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Insegurança

Moradores de Cachoeiro relatam medo após assaltos à luz do dia

O centro de Cachoeiro continua sendo o local de mais incidência de assaltos. No mês de maio, foram 34 casos

Publicado em 22 de Junho de 2023 às 17:13

Redação Integrada

Publicado em 

22 jun 2023 às 17:13
Números da Polícia Civil apontam para uma queda no número de assaltos em Cachoeiro de Itapemirim, no sul do Estado. Até maio deste ano, 259 ocorrências foram registradas, uma redução de 28% quando comparado ao mesmo período do ano passado, quando 362 casos foram registrados. Apesar da redução, moradores da cidade que passaram pelo problema recentemente relatam o medo das abordagens, que continuam ocorrendo em plena luz do dia.
“Foi bem aterrorizante porque eles chegaram armados, me abordaram, dois rapazes. Foi bem difícil. Eles anunciaram o assalto, falaram ‘passa o celular', pegaram minha bolsa, saíram correndo. Quando eu olho para trás, vejo duas meninas correndo também. Elas tinham acabado de ser assaltadas pelos mesmos rapazes", relatou a vítima que preferiu não se identificar, assaltada na última semana no bairro Paraíso.
Assaltos Cachoeiro
Vítima foi assaltada enquanto ia para o trabalho, no bairro Paraíso, Cachoeiro de Itapemirim. Crédito: Diego Gomes
O centro de Cachoeiro continua sendo o local de mais incidência de assaltos. No mês de maio, foram 34 casos. Logo em seguida, vem o Guandu, com 21 casos, seguido pelo bairro Coramara, com 13 casos.
De acordo com a Polícia Militar, este ano, 42 aparelhos de telefone foram apreendidos durante operações na cidade. 
"A gente procura identificar os pontos da cidade onde tem uma ocorrência maior de determinado tipo de crime e a gente aloca os recursos, de maneira a atuar preventivamente e também repressivamente se for o caso"
Capitão José Luiz Daniel - Polícia Militar
Moradores de Cachoeiro relatam medo de assaltos à luz do dia
Capitão Daniel, da Polícia Militar, fala das ações das forças de segurança para combater esse tipo de crime. Crédito: Diego Gomes
Para quem é vítima, o trauma de ter os pertences levados em plena luz do dia permanece. “A gente treme. A gente não sabe se corre, se anda, se fica parada. Eu estava completamente desnorteada, sem saber o que fazer, com muito medo”, enfatiza.
Com informações da repórter Alice Sousa, da TV Gazeta Sul

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