Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

Cuidados

Confira 8 fatores que pioram o melasma na pele

As manchas escuras na pele ocorrem devido ao aumento da produção de melanina, o pigmento responsável pela cor da pele

Publicado em 29 de Dezembro de 2023 às 09:00

Portal Edicase

Publicado em 

29 dez 2023 às 09:00
Imagem Edicase Brasil
Produtos com substância irritantes podem inflamar a pele e piorar o melasma Crédito: fizkes | Shutterstock
Segundo estimativas da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), o melasma atinge uma em cada três mulheres no Brasil, cerca de 35% das brasileiras. Essas manchas escuras na pele ocorrem devido ao aumento da produção de melanina, o pigmento responsável pela cor da pele.
“A condição é caracterizada por manchas acastanhadas de bordas irregulares que surgem principalmente em áreas fotoexpostas, como a testa e a região do malar”, diz a médica Cláudia Merlo, especialista em Cosmetologia.
Embora não represente um risco para a saúde, pode causar desconforto estético significativo para muitas pessoas. Além disso, infelizmente, não há uma cura definitiva. “O melasma é uma doença crônica, isto é, não tem cura. O tratamento, então, não é definitivo, focando na redução das manchas e controle da condição. Logo, exige grande disciplina, paciência e comprometimento da paciente”, afirma a especialista.
Por isso, a seguir, confira fatores que podem piorar o melasma!

1. Exposição solar sem proteção

A exposição aos raios UV pode desencadear ou piorar o melasma. A radiação solar estimula a produção de melanina. Sem proteção solar adequada, essas áreas pigmentadas se tornam mais visíveis e escuras. “O principal fator desencadeante do melasma é, sem dúvida, a radiação ultravioleta do sol, que estimula os melanócitos a produzirem melanina, pigmento que dá cor à pele e causa as manchas. Dessa forma, o uso diário de fotoprotetor com, no mínimo, FPS 50 é importante para controlar e prevenir o melasma, assim como sua reaplicação ao longo do dia”, destaca a médica.

2. Luz visível e azul

Dispositivos eletrônicos que emitem luz visível e azul podem estimular a produção de melanina, contribuindo para o agravamento das manchas. “Um estudo recente publicado pela Academia Americana de Dermatologia sugere que exposições diárias de até 8 horas às telas de TVs, computadores e celulares não foram capazes de agravar o melasma. Mas ainda não podemos descartar a possibilidade de exposições cumulativas poderem, sim, cooperar para a piora do melasma (especialmente em peles de fototipos altos) e do envelhecimento cutâneo”, pontua o dermatologista Luann Lôbo. 

3. Alterações hormonais

Flutuações hormonais, como aquelas durante a gravidez ou uso de contraceptivos hormonais, podem influenciar diretamente a produção de melanina na pele, agravando o melasma. “Pacientes com histórico familiar da doença têm maior chance de sofrer com as manchas do melasma e, por isso, devem redobrar os cuidados preventivos. O mesmo vale para grávidas e pessoas que fazem uso de anticoncepcionais devido à ação dos hormônios femininos no estímulo da pigmentação da pele”, destaca Cláudia Merlo.

4. Estresse crônico

O estresse prolongado pode desencadear desequilíbrios hormonais no corpo, o que pode aumentar a produção de melanina e piorar as manchas de melasma.

5. Uso de produtos irritantes

Cosméticos agressivos ou produtos para a pele que contenham substâncias irritantes podem desencadear inflamação na pele, levando a uma maior produção de melanina e piorando o melasma. “Uma barreira cutânea íntegra, além de proteger a pele contra agressores externos, garante um melhor controle do melasma. Nesse sentido, é importante, por exemplo, evitar produtos e tratamentos muito agressivos que podem prejudicar a barreira cutânea e causar irritação na pele, com consequente ativação da produção de melanina”, aconselha Cláudia Merlo.

6. Tratamentos abrasivos na pele

Peelings químicos intensos ou procedimentos dermatológicos agressivos podem irritar a pele e desencadear uma resposta de pigmentação exacerbada, agravando as manchas.

7. Má alimentação e desidratação

A falta de nutrientes essenciais na dieta e a desidratação podem comprometer a saúde da pele. Uma dieta desequilibrada pode afetar a capacidade da pele de se recuperar e se defender contra danos, enquanto a desidratação pode prejudicar sua função protetora.

8. Falta de cuidados específicos

A ausência de uma rotina de cuidados específicos para tratar o melasma pode resultar em agravamento das manchas. A falta de orientação profissional ou tratamentos inadequados podem piorar a condição, tornando as manchas mais evidentes.
“Por fim, vale lembrar novamente que o melasma é uma doença sem cura definitiva e, por isso, o tratamento deve ser contínuo, com os cuidados sendo mantidos ao longo de toda a vida para reduzir as manchas existentes e prevenir o aparecimento de novas alterações”, finaliza Cláudia Merlo.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Gabriela Sartório morreu após ser atropelada enquanto pedalava
Morre ciclista atropelada por motorista que confessou ter bebido em Vitória
Aplicativos sugerem investimentos, mas decisões podem ser influenciadas por taxas, comissões e algoritmos
O mercado não é seu amigo: quem ganha antes de você com seus investimentos
A WN7 é o primeiro modelo elétrico de grande porte da Honda.
Moto elétrica da Honda é premiada como melhor design de produto

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados