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Redução

Preço dos alimentos começa a cair no ES por causa do tarifaço dos EUA

Com o início das tarifas americanas sobre os produtos brasileiros previsto para sexta-feira (1°), mercados já registram queda nos valores de alguns alimentos

Publicado em 30 de Julho de 2025 às 14:09

André Cypreste

Publicado em 

30 jul 2025 às 14:09
Carne bovina é um dos principais produtos vendidos ao mercado externo por frigoríficos capixabas
Carne bovina tem apresentado queda nos preços ao longo deste mês Crédito: Freepik
Às vésperas do início das tarifas impostas pelo presidente dos Estados UnidosDonald Trump, aos produtos brasileiros, o mercado já parece sentir os efeitos da medida, com o preço dos alimentos tendo quedas registradas nos últimos dias em redes de atacado e varejo, em função do aumento da oferta interna.
O superintendente da Associação Capixaba de Supermercados (Acaps), Hélio Schneider, destaca que a diminuição dos preços dos alimentos se deve pela absorção dos produtos não exportados pelo mercado interno. “É a lei de oferta e procura. Quando você tem uma maior oferta, a tendência de qualquer produto é diminuir o preço. Quando você tem a menor oferta, o preço se eleva.”
As carnes bovinas, por exemplo, vinham em queda desde março, após alta de quase 21% em 2024. E, agora, esse movimento deve se acentuar. Entre 24 de junho e 21 de julho, as redes atacadistas registraram que o preço da carne caiu 7,8%. O valor da arroba do boi gordo teve recuo semelhante, de 7,5% no mesmo período.
Preço dos alimentos começa a cair no ES por causa do tarifaço dos EUA
Segundo o IPCA-15, referente ao mês de junho, divulgado na semana passada, a Grande Vitória teve queda em vários cortes de carne bovina: o contrafilé teve redução de 1,79% no preço; o acém diminui o valor em 2,61%; o chã de dentro, em 1,60%; e a alcatra caiu 0,82%.
Os preços dos pescados recuaram mais: 3,60%. O destaque fica por conta do preço do peroá, que caiu 4,81%, enquanto o camarão teve redução de 3,61%.
laranja-pera é outro destaque nos alimentos em queda. No Espírito Santo, em junho, a redução foi de 5,5%, enquanto nas duas primeiras semanas de julho, o preço, no Brasil, caiu 9%. O mercado de frutas em geral, com produtos que são perecíveis, sente os efeitos do tarifaço.
Mesmo com as quedas registradas, Schneider acredita que o mercado de atacado e varejo capixaba ainda não apresentou grandes reduções nos preços, o que pode ocorrer a partir de sexta-feira (1º), quando está prevista a entrada em vigor do tarifaço dos EUA. “Pode ser alguma coisa pontual no momento, mas ainda ainda não temos aquele reflexo. Acredito que, dentro dos próximos dias, se não resolver (a taxação), vamos realmente sentir o impacto direto no mercado”, afirma.

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