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Paloma Cristina de Oliveira Pereira, Lavradora morta no sul do Estado
Paloma Cristina de Oliveira Pereira foi morta no sul do Estado Rede social/Arte Geraldo Neto
Futuro interrompido

Há 2 meses separada, Paloma sonhava em montar casa para viver com filhos

Paloma Cristina Pereira, de 28 anos, morta a facadas pelo ex-marido que não aceitava o fim do relacionamento, deixa três filhos

Publicado em 10 de Dezembro de 2020 às 14:19

Publicado em

10 dez 2020 às 14:19
Paloma Cristina de Oliveira Pereira, Lavradora morta no sul do Estado
Paloma Cristina de Oliveira Pereira foi morta no sul do Estado Crédito: Rede social/Arte Geraldo Neto
Paloma Cristina de Oliveira Pereira, de 28 anos, era a filha caçula de uma família de três irmãos que saíram do Rio de Janeiro ainda crianças com os pais, para morar no interior de Ibatiba, Região do Caparaó no Espírito Santo. A jovem tinha três filhos e sonhava em montar sua casa para morar em paz com as crianças, longe da violência. 
Irmão mais velho de Paloma, Rodrigo Cassimiro de Oliveira, de 36 anos, conta que a irmã ainda criança veio morar no Espírito Santo, mas no início da adolescência voltou a residir no Rio de Janeiro. “Nesta época, por volta dos 14 anos, conheceu Fabiano. Decidiram morar juntos por lá um tempo. Ele já era ciumento e chegou a brigar com um ex de Paloma, ameaçando o homem com faca”, relata. 
Depois que deixou o Rio de Janeiro, o casal foi morar em Criciúma, localidade de Ibatiba, com as crianças. 
"Fabiano era um cara frio, calmo, fechado. Eles tinham brigas, chegou a agredir minha irmã e quase agrediu minha mãe também. Depois disso, Paloma foi morar com a mamãe, mas ele vivia perturbando e eles reataram. Eu brigava com ela, para dar um basta nisso"
Rodrigo Cassimiro de Oliveira - Irmão da vítima
Há dois meses, finalmente, a lavradora colocou fim à relação com Fabiano. "Nesses dois meses, que estava separada, sonhava em montar a casinha dela para morar tranquila com as crianças, sem violência", conta Rodrigo. 
Recentemente Paloma também conseguiu um trabalho como auxiliar no transporte escolar, mas, por conta da pandemia do novo coronavírus, o trabalho foi suspenso e estava recebendo auxílio emergencial. “Montei um churrasquinho no bar, fazia algumas coisas para sempre incluir ela e oferecer um trabalho", acrescenta o irmão.
No dia do crime, Rodrigo lembra que Paloma estava feliz. Havia saído pela primeira vez com um rapaz. Com ele, chegou a passar pelo bar de Rodrigo, na localidade de Santa Clara, dançou e brincou com amigas que estavam no comércio do irmão. Mas logo depois teve os sonhos e a vida interrompidos pelo ex-marido.

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