Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Todas Elas
  • Manifestantes se reúnem em Camburi contra casos de feminicídio
Mobilização nacional

Manifestantes se reúnem em Camburi contra casos de feminicídio

Ato foi realizado em pelo menos 20 estados e no Distrito Federal; até o início de dezembro, foram contabilizados 32 feminicídios no Estado
Diná Sanchotene

Publicado em 

07 dez 2025 às 19:59

Publicado em 07 de Dezembro de 2025 às 19:59

Mobilização Mulheres Vivas, na Praia de Camburi, em Vitória
Mobilização Mulheres Vivas foi realizada no Viaduto Araceli, em Camburi Crédito: Lícia Mendonça / Divulgação
Uma manifestação contra os casos de feminicídio e em defesa das mulheres movimentou a Praia de Camburi, em Vitória, na tarde deste domingo (7). O ato a foi realizado no Viaduto Araceli e contou com a participação de pessoas de várias idades, movimentos sociais, além de deputados e vereadores.
Segundo o Levante Mulheres Vivas, além do Espírito Santo, o ato aconteceu em pelo menos 20 estados e no Distrito Federal. Em Camburi, reuniu cerca de 500 pessoas.
O movimento convocado pelo Levante Mulheres Vivas ganhou força após uma série de casos recentes de violência contra a mulher. Entre eles, o de Tainara Souza Santos, 31 anos, atropelada e arrastada por cerca de um quilômetro por um homem em São Paulo, agressão classificada como tentativa de feminicídio, ocorrida no último dia 29. Outra ocorrência envolveu as funcionárias do Cefet, do Rio de Janeiro, Allane de Souza Pedrotti Matos e Layse Costa Pinheiro, assassinadas por um colega de trabalho que se recusava a aceitar a liderança de mulheres, no último dia 28.
No Estado, o evento foi organizado por diversos grupos de mulheres e coletivos que já realizam outros movimentos. A página do Lavante Pelas Mulheres Vivas do Espírito Santo deve ser lançada em breve.
O Brasil registrou mais de mil casos de feminicídio em 2025. De acordo com o Painel de Monitoramento da Violência Contra a Mulher da Secretaria de Segurança Pública do Espírito Santo (Sesp), até o início de dezembro, foram contabilizados 32 feminicídios no Espírito Santo. Em 2024, foram 39 casos do tipo. 
Os municípios com mais casos de feminicídio foram Cariacica (6), Serra (4) e Guarapari (3).
“A avaliação que nós temos, diante do que foi noticiado durante a última semana, é que os casos de feminicídios estão extremamente agressivos, com muito requinte de crueldade. Casos que chocam cada vez mais. Isso motivou que mulheres organizassem um evento como este para que a gente possa dizer que a sociedade está cansada dessa agressividade. São tantas situações tão graves quanto a pandemia”, desabafou a vereadora de Vitória Karla Coser (PT).
A vereadora lembra que o Brasil tem a Lei Maria da Penha e a Lei do Feminicídio, mas ressalta sobre a importância de se haver medidas institucionais mais fortes dos poderes para resolver esse problema. "Precisamos de iniciativas para que as mulheres sejam tratadas com dignidade e respeitadas, além de ter suas vidas respeitadas."
Durante a manifestação, os movimentos sociais apontaram a necessidade de mais abrigos para mulheres vítimas de violência e de melhorias em atendimentos especializados.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Guardador de carros que estava foragido da Justiça foi preso com ajuda de Totem de Segurança em Vitória
Guardador de carros foragido é preso com ajuda de totem de segurança em Vitória
Estrada no interior de Pancas em más condições, impedindo crianças de irem à escola
Até 20 dias sem ir à aula: estradas ruins isolam mais de 100 alunos em Pancas
Imagem de destaque
Fim da jornada 6x1: os argumentos de que é contra e quem é a favor

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados