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Feminicídio em Cachoeiro

Morta pelo marido, Cláudia planejava viagem a MG e queria vida mais leve

A empresária Cláudia da Silva Fernandes, de 53 anos, foi atropelada e morta na madrugada do último domingo (16), em Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo; homem foi preso
Geizy Gomes

Publicado em 

19 nov 2025 às 11:33

Publicado em 19 de Novembro de 2025 às 14:33

Claúdia estava desacelerando da rotina nos últimos anos
Claúdia estava desacelerando da rotina nos últimos anos Crédito: Montagem - A Gazeta
"Onde ela estava, todos ficaram tranquilos". As palavras, carregadas de emoção, são de uma amiga de Cláudia da Silva Fernandes, de 53 anos, brutalmente assassinada na madrugada do último domingo (16), em Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo. A empresária tinha planos de viajar para Belo Horizonte, em Minas Gerais, na segunda-feira (17), mas na véspera acabou assassinada pelo marido da vítima, o empresário Marcelo Fernandes, de 57 anos, que a seguiu e a atropelou. Ele foi preso e confessou o crime.
Cláudia deixa três filhos e cinco netos. A amiga dela que conversou com A Gazeta é próxima da família e pediu para não ser identificada. Com a voz embargada, ela descreveu a empresária como uma mulher de bom coração, carinhosa e querida por todos ao seu redor. “Era divertida, alegre. Onde ela estava, todos ficavam tranquilos. Não esperávamos que ela tivesse esse fim trágico. Quando a conheci, ela ainda era adolescente. Eu a vi crescer. Sempre foi companheira”, lamentou.
Ela afirma que guardará boas lembranças da convivência com Cláudia. “Lembro que tivemos muitos momentos positivos. Sempre estivemos próximas. Inclusive, ela se tornou evangélica antes de mim e foi por meio dela que passei a seguir esse caminho. Desde então, vivíamos muito unidas. Acompanhei todas as gestações dela. Foi um convívio muito especial, de muita troca e carinho”, contou.

Cláudia estava desacelerando para ter vida mais leve

Conforme o relato da amiga, Cláudia e Marcelo construíram juntos o patrimônio da família: uma empresa do ramo da construção civil e uma retífica, especializada em motores de veículos. “Ela trabalhou a vida inteira. Nos últimos dois anos, começou a desacelerar do trabalho para ter uma vida mais leve e aproveitar um pouco mais. Ela tinha condições para isso. Na última vez que a vi, ela me disse: ‘Às 7h30 de segunda-feira, dia 17 de novembro, eu vou para Belo Horizonte. Quero muito fazer isso’.”
A amiga de Cláudia finaliza demonstrando o carinho que sempre teve pela empresária. “Ela vai deixar saudade. Já está deixando muita saudade". 
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