Em um cenário de violência crescente, saber onde pedir ajuda pode salvar vidas. De acordo com o Observatório de Segurança Pública, mais de 13 mil mulheres já sofreram algum tipo de violência no Espírito Santo somente em 2025 — a maioria dentro da própria casa. Casos de feminicídio e tentativas também seguem em alta.
Pensando nisso, A Gazeta criou um mapa com os principais pontos de atendimento à mulher em situação de risco em todo o Estado. O objetivo é facilitar o acesso à rede de apoio e orientar vítimas, familiares e vizinhos sobre onde e como pedir ajuda. Os locais de ajuda à mulher estão distribuídos por todos os municípios capixabas. Veja o mapa a seguir:
Os pontos de atendimento incluem:
- Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (Deams);
- Centros de Referência de Atendimento à Mulher (CRAMs);
- Centros de Referência de Assistência Social (CRAS);
- Defensorias Públicas e Promotorias com atuação em casos de violência doméstica;
- Serviços de saúde que realizam atendimento emergencial e psicossocial.
Não é preciso esperar a agressão física acontecer para pedir socorro. A Lei Maria da Penha prevê cinco tipos de violência: física, psicológica, sexual, patrimonial e moral. Insultos, ameaças, controle financeiro, isolamento e vigilância excessiva são formas de violência e devem ser denunciadas.
Se você sofreu, presenciou ou conhece alguém que esteja passando por uma situação de violência doméstica, ligue 180. A central de atendimento à mulher funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, de forma anônima. Em caso de emergência imediata, ligue 190.