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Proteção

Violência contra a mulher: Ligue 180 já pode ser acessado via WhatsApp

O serviço é gratuito e as denúncias são anônimas. Qualquer pessoa pode acionar o canal, que funciona 24h por dia, incluindo sábados, domingos e feriados
Agência Brasil

Publicado em 

10 abr 2023 às 14:38

Publicado em 10 de Abril de 2023 às 14:38

Desde o início de abril, o Ligue 180, serviço telefônico que orienta e encaminha denúncias de violência contra as mulheres, passou a contar com um canal no WhatsApp. O atendimento é feito por uma atendente virtual, chamada Pagu.
Assim que contactado, o serviço oferece várias opções de ajuda, mas a qualquer momento uma atendente da central pode ser acionada. A equipe da central é composta somente por mulheres desde março.
De acordo com o Ministério das Mulheres, o atendimento sobre violência contra mulheres era feito pela Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos, por meio do Disque 100. Agora, com a separação dos serviços, o ministério poderá coletar dados acerca de violência contra a mulher por meio do WhatsApp, a serem usados na formulação de políticas públicas.
O Ligue 180 funciona, por telefone e WhatsApp, 24 horas, todos os dias da semana, de qualquer lugar do país.
Para adicionar o Ligue 180 no WhatsApp, basta enviar uma mensagem para o número (61) 9610-0180.

Denúncias anônimas

Em todas as plataformas, os canais de atendimento do Disque 100 e do Ligue 180 são gratuitos. As denúncias são anônimas e o denunciante recebe um número de protocolo para que possa acompanhar o andamento. Qualquer pessoa pode acionar o serviço que funciona diariamente, 24h, incluindo sábados, domingos e feriados.
O serviço cadastra e encaminha os casos aos órgãos competentes. Além de denúncias, a plataforma recebe reclamações, sugestões e elogios sobre o funcionamento dos serviços de atendimento.
Entre os grupos atendidos pelo Disque 100, estão crianças e adolescentes, pessoas idosas, pessoas com deficiência, pessoas em restrição de liberdade, população LGBT e população em situação de rua.
O canal também está disponível para denúncias de casos que envolvam discriminação étnica ou racial e violência contra ciganos, quilombolas, indígenas e outras comunidades tradicionais. Já as denúncias de violência contra a mulher são registradas pelo Ligue 180.

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