Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Brasil
  • Abin funcionava como organização clandestina, aponta ministro em voto
Julgamento no STF

Abin funcionava como organização clandestina, aponta ministro em voto

Moraes explicou, em voto, como o grupo, a partir de julho de 2021, passou a utilizar a chamada Abin Paralela para criar narrativa mentirosa sobre urnas. Se

Publicado em 09 de Setembro de 2025 às 10:56

Estadão Conteúdo

Publicado em 

09 set 2025 às 10:56
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, destacou nesta terça-feira, 9, que os réus da ação penal do golpe usaram a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para "deslegitimar a Justiça Eleitoral e o Poder Judiciário, jogar parcela da população contra o Poder Judiciário, contra as eleições, e, com isso, desacreditar a democracia e se perpetuarem no poder".
Moraes destacou como o grupo, a partir de julho de 2021, passou a utilizar a chamada Abin Paralela para criar narrativa mentirosa sobre urnas. Segundo Moraes, a organização criminosa usou ilicitamente a Abin para a "concepção do seu projeto de manutenção do poder sem a existência de freios e contrapesos por parte do poder judicial".
Nesse contexto, o ministro destacou a caderneta apreendida com o general Augusto Heleno com "várias anotações feitas pelo réu, consistentes em diretrizes estratégicas, dentre as quais foram listadas ações a serem implementadas pela organização criminosa, inclusive sobre o estabelecimento de uma desinformação". "Não é razoável achar normal um general, ministro do GSI, ter agenda com anotações golpistas", pontuou, destacando que a agenda tinha "anotações com objetivo de deslegitimar Judiciário e permanecer no poder".
O ministro considerou os ataques às urnas como o "primeiro ato executório" do grupo sob julgamento, destacando ainda que, desde tal momento, já se pretendia a contratação de hackers para "tentar atacar a lisura das eleições com uma sequência de atos executórios". "Essa sequência é muito importante para demonstrar que não são fatos aleatórios, são fatos que foram planejados em órgãos, utilizando ilicitamente órgãos de Estado para restringir o poder judiciário e para se perpetuar o poder independentemente das eleições."
Time de advogados que representam réus durante o terceiro dia de julgamento da trama golpista no STF
Time de advogados que representam réus durante o terceiro dia de julgamento da trama golpista no STF Crédito: Rosinei Coutinho
Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Por que restaurantes estão acabando com as gorjetas nos EUA
Carreta tomba no km 183,8 da BR 101, em Aracruz
Carreta tombada interdita parte de pista da BR 101, em Aracruz
Maioria do eleitorado capixaba ouvido em pesquisa reprova gestão do presidente petista.
Quaest: 53% dos eleitores do ES desaprovam governo Lula; 41% aprovam

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados