Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Brasil
  • Imagem da variante ômicron é capturada pela 1ª vez por cientistas
Mutação da Covid

Imagem da variante ômicron é capturada pela 1ª vez por cientistas

Identificada pela primeira vez na África do Sul, a nova variante logo chamou a atenção da OMS (Organização Mundial da Saúde), que a considerou um risco muito elevado

Publicado em 09 de Dezembro de 2021 às 13:14

Agência FolhaPress

Publicado em 

09 dez 2021 às 13:14
Imagem destaca variante ômicron do coronavírus feita com um microscópio
Imagem destaca variante ômicron do coronavírus feita com um microscópio Crédito: Cortesia Faculdade de Medicina da Universidade de Hong Kong
Dois cientistas da Universidade de Hong Kong divulgaram nesta terça-feira (8) as duas primeiras imagens da variante ômicron, que alertou a comunidade global para evitar novos picos da pandemia.
Segundo informações oficiais da instituição, os cientistas capturaram duas imagens da nova variante em microscópio.
À esquerda da imagem, é possível ver uma célula de um rim de macaco após infecção com a variante ômicron. A foto mostra alguns danos celulares com vesículas inchadas e contém pequenas partículas virais em cor preta.
Já a parte direita da imagem, vê-se uma célula infectada. Na parte que tem uma caixa vermelha, observa-se partículas virais com pontas em forma de coroa.
Identificada pela primeira vez na África do Sul, a nova variante logo chamou a atenção da OMS (Organização Mundial da Saúde), que a considerou um risco muito elevado. A entidade vem destacando, também, que são muitas as incógnitas sobre essa cepa, especialmente acerca do perigo real que representa.
"Dadas as mutações que poderiam conferir a capacidade de escapar de uma resposta imune, e dar-lhe uma vantagem em termos de transmissibilidade, a probabilidade de que a ômicron se propague pelo mundo é elevada", afirmou a OMS.
Mais recentemente, novas informações trouxeram perspectiva positiva diante da ômicron. O respeitado cientista americano Anthony Fauci, por exemplo, afirmou que, embora vá levar semanas para que seja determinada a gravidade da variante ômicron do coronavírus, os primeiros indícios sugerem que ela não é pior do que as variantes anteriores e possivelmente é mais branda.
A BioNTech e a Pfizer, por sua vez, informaram nesta quarta-feira (8) que três doses de sua vacina contra Covid neutralizaram a variante ômicron do novo coronavírus em um teste de laboratório. Além disso, seria possível oferecer uma versão do imunizante para a nova cepa em março de 2022, caso seja necessário.
No mesmo dia, porém, a OMS disse que ainda não é possível ter certeza de que três doses de vacina contra Covid neutralizam a ômicron. Segundo a entidade, existe a expectativa de ter melhores evidências sobre a eficácia do reforço vacinal nas próximas semanas com o desenvolvimento de novas pesquisas.
Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Por que restaurantes estão acabando com as gorjetas nos EUA
Carreta tomba no km 183,8 da BR 101, em Aracruz
Carreta tombada interdita parte de pista da BR 101, em Aracruz
Maioria do eleitorado capixaba ouvido em pesquisa reprova gestão do presidente petista.
Quaest: 53% dos eleitores do ES desaprovam governo Lula; 41% aprovam

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados