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Mudança no governo

Novo ministro da Justiça assume com foco no crime organizado

Wellington Lima e Silva tomou posse nesta quinta (15), no Palácio do Planalto, e quer diálogo com o Congresso para aprovar PEC da Segurança
Agência FolhaPress

Publicado em 

15 jan 2026 às 21:26

Publicado em 16 de Janeiro de 2026 às 00:26

BRASÍLIA - O novo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington Lima e Silva, afirmou que sua gestão terá como foco o combate ao crime organizado e quer diálogo com o Congresso para aprovação da PEC da Segurança e do Projeto Antifacção.
Silva tomou posse nesta quinta-feira (15) no Palácio do Planalto em uma reunião fechada.
Após a posse, afirmou que o enfrentamento ao crime passará pelo fortalecimento da tecnologia e dos recursos disponíveis, especialmente pela atuação coordenada e integrada entre os diferentes órgãos do Estado.
"O foco da gestão é nós incrementarmos o combate ao crime organizado, buscando recursos, tecnologia e efetivos cooperativos com a federação. Nós não podemos ter um combate à criminalidade sério sem envolver todos esses atores", disse.
O presidente Lula durante transmissão do cargo de ministro da Justiça de Ricardo Lewandowski (dir.) a Wellington Lima e Silva
Lula durante transmissão do cargo de ministro da Justiça de Ricardo Lewandowski (D) a Wellington Lima e Silva (E) Crédito: Ricardo Stucker/PR
Na ocasião, ele disse querer manter o diálogo com o Congresso para que a PEC da Segurança e o PL Antifacção, enviados durante a gestão do até então ministro Ricardo Lewandowski, sejam aprovados.
O ministro afirmou acreditar na sensibilidade dos parlamentares às aflições da sociedade com a criminalidade. No entanto, afirmou que o governo respeitará o rito legislativo enquanto defende suas convicções.
O novo titular da pasta ressaltou que seguirá uma linha de continuidade em relação ao trabalho de Lewandowski, mas com a introdução de iniciativas para incrementar resultados.
Sobre a composição da equipe, o ministro afirmou que fará um diagnóstico com base em relatórios de mérito e produtividade antes de qualquer decisão sobre permanência ou substituição.
Na quarta-feira (14), ele esteve no ministério para iniciar o processo e se reuniu com o ministro interino, Manoel Carlos de Almeida Neto, que já sinalizou que deixará a pasta após a transição.
O novo ministro também se encontrou com o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e com o diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal, Fernando Oliveira.
O novo ministro recebeu carta-branca do presidente para montar a equipe. Ainda assim, a tendência é a manutenção de parte do quadro atual, com mudanças pontuais em cargos estratégicos, entre eles o de secretário-executivo.
O ministério deverá permanecer em destaque, já que a segurança pública tende a ser um dos principais temas das eleições deste ano.
Silva chefiava o departamento jurídico da Petrobras, cargo para o qual foi indicado pelo próprio presidente.
Ele teve também uma breve passagem no comando da pasta. Em 2016, durante o processo de impeachment da então presidente Dilma Rousseff, permaneceu no cargo por apenas 14 dias. A posse acabou anulada pelo STF (Supremo Tribunal Federal), sob o entendimento de que integrantes do Ministério Público não podem exercer funções no Poder Executivo.
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