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Soberania nacional: a renovação dos votos de amor dos brasileiros pelo Brasil

A tentativa de interferir nos rumos das decisões judiciais brasileiras não será tolerada, com vistas a proteger bandidos que, se eleitos em 2026, entregarão o que resta de nossas riquezas
Elda Bussinguer

Publicado em 

05 ago 2025 às 03:00

Publicado em 05 de Agosto de 2025 às 06:00

É tempo de renovação dos votos de amor dos brasileiros pelo Brasil. Adormecido, silencioso, desanimado, abatido pelos embates políticos de baixa qualificação moral, o amor de um povo por sua pátria se renova como brasa que reacende e passa a crepitar de novo mostrando sua força e potência na medida em que se alastra como rastilho de pólvora.
O povo, legitimo detentor do poder soberano, se manifesta, de forma firme e contundente, rechaçando toda e qualquer tentativa externa ou interna, que possa fragilizar os pilares que sustentam nossa democracia.
Somos um Estado independente, autônomo na condução de nosso destino, livre na manifestação de nossa vontade e decidido a resistir, independentemente dos riscos que venhamos a correr ou das retaliações que sobre nós se abatam.
ameaça de Donald Trump ao Brasil e sua tentativa tresloucada de intervir na nossa vontade soberana, nos colocando de joelhos diante da força do poder político e econômico que caracterizam os EUA, longe de nos amedrontar, mostrou o vigor e a coragem de um povo que não se dobra e não negocia sua dignidade.
Com espírito altivo, mas sem qualquer sinal de rompante açodado ou de arrogância desproporcional à ameaça, o governo brasileiro, legitimo representante do povo, se apresenta na arena de disputas como governo que conhece as regras do jogo e o modus operand que caracterizam o modo de governar americano, colonial, supremacista, espoliador de riquezas alheias, fomentador de guerras e de golpes.
O governo brasileiro soube, com precisão cirúrgica, paciência histórica e compreensão da gravidade do ataque, explorar os melhores caminhos, as estratégias e o momento adequados para reagir com vistas a acertar o alvo.
Qualquer passo em falso, qualquer palavra dita de forma descuidada, qualquer gesto precipitado poderiam ser fatais. Era indispensável o apoio popular e ele veio. A diplomacia brasileira mostrou a grandeza de sua formação argumentativo.
Os brasileiros, independentemente de suas filiações ou tendencias políticas, compreenderam a gravidade do momento e se uniram em favor do país, da democracia e soberania.
O patriotismo, adormecido e envergonhado para apropriação indébita de nossa bandeira e de nossos símbolos pelos falsos defensores da pátria, da família e de Deus, se reergueu com força em defesa do Estado brasileiro, pátria amada por todos nós, que não nos curvamos diante da bandeira americana e não beijamos a mão daqueles que nos querem submissos, domados, subalternizados eternos de um poderio desumano, que subjuga, humilha e envergonha, deixando de joelhos homens e mulheres abraçados a bandeira com outras cores que não o verde amarelo da bandeira brasileira.
Bandeira do Brasil
Bandeira do Brasil Crédito: Pixabay
Estamos assistindo a um dos momentos mais difíceis e, ao mesmo tempo, mais bonitos da história brasileira. Deixamos de lado nossas diferenças e nos unimos com todos aqueles que não se encontram vendidos ou capturados pelo poder econômico norte-americano. Ou que, pelo menos, de forma racional e minimamente inteligente, foram capazes de compreender a gravidade do momento.
Ainda que a decisão de recuar do apoio direto às investidas golpistas perpetradas pelos traidores da pátria seja em razão dos riscos às suas trajetórias políticas ou as consequências jurídicas advindas de violações aos preceitos constitucionais e normas infraconstitucionais, o certo é que o Brasil reagiu de forma a defender sua soberania.
Ameaças e medo, armas mais utilizadas pelos que se consideram donos do mundo, não nos colocarão de joelhos. O Brasil já deixou claro que não aceitará qualquer interferência em sua soberania, ainda que as consequências sejam profundamente injustas e gravosas ao povo brasileiro.
A tentativa de interferir nos rumos das decisões judiciais brasileiras não será tolerada, com vistas a proteger bandidos que, se eleitos em 2026, entregarão o que resta de nossas riquezas, privatizando empresas, entregando nossas terras raras, continuando a histórica exploração e subserviência.
Talvez estejamos tendo a oportunidade de repensar nosso estilo de vida, nosso modelo de economia baseado no ultraneoliberalismo que se sustenta nas desigualdades e que é sempre alimentado por interesses outros que não a dignidade e o respeito à vida de todos e de todas.
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