De lá para cá, o ex-governador também não participou de atos pró-Lula. O comportamento é similar ao adotado pelo socialista em 2022, quando disputou a reeleição ao Palácio Anchieta e declarou voto no petista, mas não se engajou na campanha.
Aliás, em 2022, Casagrande até deixou rolar
o extraoficial voto CasaNaro, ou seja, dos que optaram por votar em Casagrande para o governo e Jair Bolsonaro (PL) para o Palácio do Planalto.
Não se mostrou um cabo eleitoral entusiasmado quando o assunto é Lula.
Nem deu certeza se participaria de um eventual ato de campanha que contasse com a presença do presidente da República no Espírito Santo: "Isso vai depender das agendas. Vamos ver como é que vão se comportar as agendas nesse tempo".
Não há previsão de Lula vir ao estado.
Casagrande também ressaltou, durante a sabatina, que está "numa coligação ampla, que não tem só um candidato a presidente da República".
Nove partidos compõem a coligação "Agora é o futuro". Entre esses, PSB e PDT estão no palanque de Lula; o Agir apoia Augusto Cury (Avante) e os demais estão neutros: MDB, Podemos, PSDB, Cidadania, União Brasil e Progressistas.