Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Economia capixaba precisa conter recuo do crescimento
Opinião da Gazeta

Economia capixaba precisa conter recuo do crescimento

Nível recorde de incerteza na economia reduz a expectativa de crescimento. Ainda assim, 68% das indústrias capixabas vão investir

Publicado em 01 de Julho de 2018 às 21:55

Públicado em 

01 jul 2018 às 21:55

Colunista

Em 2017, a economia capixaba libertou-se da recessão que a afligiu durante dois anos, e 78% das indústrias instaladas no Estado realizaram algum tipo de investimento. Em 2018, o percentual de empresas do setor que se mostram dispostas investir caiu para 68%, segundo o Instituto de Desenvolvimento Industrial (Ideies).
O recuo é incômodo, porém o mais importante é que permanecem as sinalizações de aumento da capacidade produtiva e de melhoria do processo operacional das fábricas locais.
Grosso modo, o ânimo industrial no Estado supera a média nacional, mostrada pelo Indicador de Intenção de Investimento da Indústria, da Fundação Getúlio Vargas. Mas, vale lembrar, no Espírito Santo e nas demais regiões do país, a atividade fabril ainda não se recuperou da agressão causada pela recessão.
Já o desempenho do comércio varejista se destaca na economia capixaba. Acumula aumento de 19,6% no volume de vendas deste ano, até abril(estatística mais recente do IBGE). Nos últimos 12 meses, a alta é de 15,2%.
Neste momento, o grande desafio do país é conter o recuo do crescimento. Em seis meses, do começo do ano até agora, a estimativa de expansão do PIB – incluindo mediana de mercado e estimativa do governo – caiu à metade: de 3% para 1,6%, de acordo com o Relatório Trimestral do Banco Central. Consultorias falam em 1,5%.
A principal causa da corrosão da expectativa é a indefinição de condições para impulsionar o PIB. Do atual governo jã não se espera nada nesse sentido, e não estão claras as propostas dos presidenciáveis em relação à crise fiscal. O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br), do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre-FGV), atingiu em junho o nível mais elevado em 16 meses.
É urgente a necessidade de reação da sociedade, cobrando posições dos candidatos.

{{ndFunctionFirstNotNull(post.original_author.attributes_map.descricao_de_colunista.value,post.original_author.biography)}}

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Segundo episódio da série "A Cultura da Divisa" chega a Baixo Guandu
A Cultura da Divisa: como Minas Gerais influencia a cultura e a gastronomia de Baixo Guandu
José da Silva Souza
Mecânico é morto a pauladas dentro de casa na Serra
Estúdio dos telejornais TV Gazeta, afiliada da Globo no Espírito Santo, que completa 50 anos em 2026
TV Gazeta celebra 50 anos com reportagens temáticas, jornal fora do estúdio e Globo Repórter especial

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados