O que está sendo preparado em Pinheiros, no Norte do Espírito Santo, para modernizar o ecossistema do agronegócio na região é um exemplo cristalino da força dos investimentos privados na economia.
É a forma mais dinâmica de desenvolvimento, com potencial de impulsionar um círculo virtuoso de prosperidade.
Com a produção de café conilon, pimenta e outras culturas em franco crescimento, empresários da região enxergaram uma oportunidade, a construção de um complexo logístico, com 350 mil metros quadrados, destinados inicialmente a empresas de fertilizantes e comércio de café, incluindo uma pista de pouso para fortalecer a logística da produção e das relações comerciais.
É um investimento em infraestrutura que é atraído não somente pela pujança do agronegócio local, como também pelas condições favoráveis, como estabilidade institucional e fiscal. E o retorno se dá para toda a sociedade, não somente por fortalecer a competitividade, como em mais arrecadação, o que se reflete em melhores serviços públicos.
E é verdade que Pinheiros se desenvolve a olhos vistos: foi anunciada recentemente a primeira fábrica de óleo de soja no Estado para agregar valor à produção no município.
São investimentos assim que podem dinamizar ainda mais a economia, que é tudo o que se espera para o Espírito Santo nestes anos de redimensionamento tributário que estão por vir. É o tipo de movimentação que gera riquezas de forma perene.
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