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Grande Vitória

Alimentos guardados junto a fezes de animais são apreendidos em mercado de Vitória

Cerca de duas toneladas de produtos foram apreendidas cautelarmente; estabelecimento também foi multado pelo Procon-ES

Publicado em 11 de Setembro de 2026 às 18:51

Redação de A Gazeta

Publicado em 

11 set 2026 às 18:51
Uma fiscalização encontrou fezes de animais nas gôndolas, restos de alimentos espalhados pelo chão e produtos com embalagens rompidas
Fiscalização encontrou fezes de animais nas gôndolas, restos de alimentos espalhados pelo chão e produtos com embalagens rompidas Divulgação | Polícia Civil

Cerca de duas toneladas de alimentos foram apreendidas cautelarmente em um supermercado no bairro Goiabeiras, em Vitória, nesta sexta-feira (11). Segundo a Polícia Civil, uma fiscalização encontrou fezes de animais nas gôndolas, restos de alimentos espalhados pelo chão e produtos com embalagens rompidas, possivelmente pela ação de animais.


A fiscalização foi realizada pela Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), em conjunto com o Instituto Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-ES), após denúncias relacionadas ao armazenamento de alimentos em condições inadequadas e insalubres.


Os produtos apreendidos foram retirados da área de comercialização e passarão por avaliação para verificar possíveis avarias e determinar quais estão próprios ou impróprios para o consumo. O Procon-ES também multou o estabelecimento pelas irregularidades constatadas. O valor da penalidade não foi informado.


Segundo a Polícia Civil, o supermercado deverá realizar a limpeza e a sanitização do local antes de voltar a armazenar alimentos destinados à exposição e à venda.


O titular da Decon, delegado Eduardo Passamani, explicou que o resultado da avaliação dos produtos para levar à responsabilização criminal caso seja constatada a presença de alimentos impróprios para o consumo. 


“O responsável pelo estabelecimento poderá responder criminalmente por crime contra as relações de consumo, conforme previsto na legislação, com pena que pode variar de 2 a 5 anos de prisão, além das demais sanções cabíveis”, salientou Passamani.

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